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A jornalista amapaense Natália Platon e o boneco que faz homenagem ao pai, Léo Platon, na Banda | Arte CB
Sociedade

O emocionante ‘reencontro’ de pai e filha no desfile da Banda

Cleber Barbosa, da Redação

Estácio mobile

É por essas e outras que é preciso muita cautela para quem ainda critica o Carnaval. Os enredos são trabalhos de pesquisas muito profundas, retratados em alegorias e adereços, nas letras dos sambas, tudo de forma muito criteriosa, estudada, estruturada e poética. Pura arte. Então dizer o que do emocionante reencontro entre filha e pai homenageado in memoriam nos bonecos de A Banda, o maior blocos de sujos do Carnaval do Amapá? Trata-se da jornalista Natália Platon e seu pai, Léo Platon, que faleceu em 2016 e este ano passou a integrar o seleto grupo dos homenageados pelo bloco.

Engenheiro Civil, Leônidas Cardoso Platon, foi fundador e presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amapá (SINDUSCON-AP) e um dos técnicos mais conceituados do Amapá, desde os tempos do Território Federal do Amapá.

Em uma rede social, Natália Platon manifestou-se num post sobre a emoção do reencontro. “Estou muito emocionada! Meu pai foi eternizado pelo maior Bloco de Sujos do Norte – A Banda. Ele amava e vivia o carnaval. Saímos juntos ontem. Lado a lado. Ele estava lá. Eu sei que estava. Você merece, pai! Foi lindo. Estarei sempre com você. Te amo”, escreveu a filha.

A foto original

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