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Despesas do fumo superam medicamentos, livros, vestuário e higiene, segundo pesquisa | Rafael Neddermeyer
Economia

Amapaense gasta mais com fumo do que em educação e cultura

Cleber Barbosa, da Redação

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Os consumidores do Amapá tiveram mais gastos com fumo do que com educação e cultura, e com valores acima da média nacional. É o que sustenta uma pesquisa do IPC Maps, especializado em pesquisa de potencial de consumo. Os dados estaduais do Amapá referem-se aos setores econômicos que ficaram acima e abaixo da média nos últimos cinco anos. As despesas com fumo foram as que mais cresceram enquanto os gastos com educação e cultura ficaram bem abaixo da média.

Confira a tabela detalhada dos gastos dos consumidores amapaenses 

Dados do Amapá referente a setores econômicos que ficaram acima e abaixo da média nos últimos cinco anos. | Arte: IPC Maps

Esse levantamento é publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento. Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, Estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores. Além disso, o IPC Maps traz, também, um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias.

Perfil básico

Em 2019, o consumo das famílias brasileiras continuará não só em crescimento, como também deverá impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do País. Na contramão das últimas expectativas, a economia tem potencial para movimentar cerca de R$ 4,7 trilhões, sendo responsável por 64,8% da somatória de bens e serviços deste ano. A previsão, baseada no índice de inflação IPCA de 3,89%, é do estudo IPC Maps 2019, especializado no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais. Ainda segundo o levantamento, as capitais perderão espaço no consumo (de 29,6% em 2018 para 28,9% este ano) e, em contrapartida, o interior dos estados voltará a dar sinais de recuperação, elevando de 54% para 54,4% a movimentação de recursos neste ano.

Com mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil concentra 84,8% dos seus cidadãos (178,1 milhões) na área urbana, que respondem pelo consumo per capita de R$ 24.420,15. Enquanto isso, os gastos dos 31,9 milhões de cidadãos rurais correspondem a R$ 10.498,72 por habitante.

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