Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura e política.

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

terça-feira, 25 de julho de 2017

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, terça-feira, dia 25 de julho de 2017.


Julho

As férias escolares entram na reta final e os veranistas se dividem entre as muitas opções de eventos para esta semana. No Afuá, aqui do lado paraense, tem o Festival do Camarão. Em Mazagão, a programação é de São Tiago. E na capital o Macapá Verão.

Banho

Já no interior do estado, rumo ao norte, opções também não faltam, entre elas a Cachoeira Grande, reivindicada tanto por Calçoene como por Amapá. Os dois municípios usam o balneário em julho.

Serra

Quem foi à Serra do Navio no fim de semana gostou da agitação proporcionada pelo Festival do Cupuaçu, que contou com artistas locais e também atração nacional bem conhecida por aqui: a Joelma.

Aviação

As agências de viagem dão plantão na reta final das férias para trazer todos os amapaenses de volta pra casa. O drama é remarcar um voo por qualquer motivo, pois insidem multas e diferenças (altas) de tarifa.

Porto

Já um segmento que não deixa por menos é o de transporte fluvial de passageiros. Na rota Macapá a Belém são muitas opções entre as empresas. A nota ruim é a falta de um terminal de passageiros.

Visita
Acompanhados por equipes do Instituto de Florestas do Amapá (IEF) e do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (Imap), integrantes da comitiva do banco alemão Kreditanstalt für Wiederaufbau (KFW), durante visita ao estado para garantir apoio à Floresta Estadual.

Alemães

Uma comitiva do banco alemão Kreditanstalt für Wiederaufbau (KFW) esteve no Amapá para visitar municípios que fazem parte da Floresta Estadual do Amapá (Flota). Em parceria com o governo, a instituição destinou mais de R$ 250 mil reais para a construção da Base Operacional da Flota.

Base

Concluída em 2016, com o intuito de apoiar o Amapá em suas ações de preservação e uso sustentável dos recursos florestais, essa nova base garante que projetos desenvolvidos na Flota e em seu entorno tenham um apoio de trabalho fixo e próxima das comunidades.A visita começou pelo município de Porto Grande.

Apoio

O presidente do IEF, Marcos Tenório, ressalta que a expectativa é atrair investimentos para trazer melhorias à qualidade de vida dos pequenos produtores, ribeirinhos e moradores. “Se captarmos mais recursos, poderemos garantir ainda mais qualidade de vida à população”.

MAZAGÃO | Missa campal e círio marcam início do dia áureo da Festa de São Tiago

Tradição e Fé. Assim pode ser definida a parte religiosa que antecede a batalha entre mouros e cristãos, nesta terça-feira, 25, em Mazagão Velho. A missa se inicia por volta da 8h da manhã e um grande números de pessoas participa. Esse rito acontece na praça da cidade ao lado da capela de São Tiago. Em seguida inicia o círio, quando as imagens de São Tiago e São Jorge são conduzidas pelas ruas da cidade e seguidas por milhares de fiéis.
O círio deste ano foi considerado o maior pela organização da festa, que estima que mais de dez mil pessoas participaram do evento religioso.
Para Hercília Ribeiro, 68, que há 30 anos participa da festa e sempre acompanhou a missa, o momento é de renovação da fé. “Eu fico emocionada. Sempre aprendi a ter fé em São Tiago e passei isso aos meus filhos e hoje observo a festa crescendo, isso é gratificante. Dessa maneira nossa fé só aumenta”, afirma.
Em destaque também durante o percurso do círio encontra-se o cavaleiro que representa São Tiago na festa, que faz a guarda das imagens. “É algo inexplicável. Todos os anos eu tentava ser o personagem, mas nunca conseguia, pensei em desistir e este ano graças a São Tiago, meu nome foi sorteado”, declarou, emocionado, Willian de Souza, personagem de São Tiago.
Durante o percurso o governador Wadez Góes, secretários de Estado e diversas autoridades do Legislativo e Judiciário estiveram presentes. “Linda festa realizada pela comunidade. Nós, na condição de gestores do Estado, prestigiamos e incentivamos, pois entendemos que essa festa religiosa e cultural engrandece o Amapá”, disse o governador Waldez.
O curto trajeto do círio - cerca de dois quilômetros - é concorrido, e é muito comum encontrar fiéis descalços pagando promessas. Uma dessas promesseiras é a jovem acadêmica de pedagogia Merian Bahia, 19, que pelo terceiro ano consecutivo enfrenta o percurso do círio descalça.
“Tinha um objetivo que era ingressar em uma faculdade e prometi caso tivesse êxito eu estaria durante os quatro anos de curso percorrendo o círio descalça, ou seja, todos os anos que estarei na faculdade eu estarei dessa forma acompanhando o círio”, falou a jovem.
240ª Festa de São Tiago
A Festa de São Tiago é uma tradição trazida da África pelas famílias de colonos portugueses, em decorrência dos conflitos político-religiosos entre portugueses (cristãos) e muçulmanos (mouros).
Realizado desde 1777, na vila de Mazagão Velho, o evento consiste na encenação de um espetáculo de fé, que conta a história do guerreiro Tiago, soldado anônimo que lutou ao lado do povo de Cristo, ajudando a vencer as grandes batalhas contra os mouros.
A festividade em homenagem a São Tiago mistura rituais religiosos, cavalhada e teatro a céu aberto. É realizada pela comunidade local, através da Associação Cultural da Festa de São Tiago (ACFST), com apoio do Governo do Estado do Amapá e Prefeitura de Mazagão.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

JORNALISMO | Rede Record anuncia série de reportagens no Amapá.



O JR está de malas prontas para uma aventura no maior parque do País, no Estado do Amapá: o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque; uma imensa área verde na fronteira com a Guiana Francesa e o Suriname, que reserva paisagens deslumbrantes e culinária exótica. E você está convidado a embarcar nessa aventura. A partir desta segunda (24), na nova série especial do Jornal da Record. Não perca!

domingo, 23 de julho de 2017

ENTREVISTA | “Dos alimentos consumidos no Amapá cerca de 85% vem de outros estados”

Joselito Abrantes. A entrevista do economista concedida ontem nos estúdios da Diário FM, no Conexão Brasília.
Um dos mais respeitados técnicos do Amapá foi ao rádio ontem dar mais detalhes a respeito da estratégia do Governo do Amapá para carrear investidores que possam acessar os incentivos fiscais da Zona Franca Verde e outras políticas públicas, para escrever uma nova história de desenvolvimento econômico no estado. Para isso o projeto é arrojado, não só gerando emprego e renda, mas mudando a realidade local até mesmo na capacidade do Amapá produzir seus próprios alimentos. Joselito Abrantes, que construiu também uma carreira acadêmica, atualmente exerce o cargo de vice presidente da Agência Amapá de Desenvolvimento Econômico. Ele esteve ontem (22) concedendo entrevista ao jornalista Cleber Barbosa, apresentador do programa Conexão Brasília, na rádio Diário FM. A seguir, os principais trechos da esclarecedora sabatina.

Cleber Barbosa
Da redação

Diário do Amapá – Como estão as coisas lá pela Agência Amapá de Desenvolvimento Econômico?
Joselito Abrantes – Tudo bem, estamos avançando, apesar das dificuldades, mas com muita determinação e comprometimento nós vamos implementando as políticas públicas em prol do estado do Amapá.

Diário – E nessa agenda da Agência Amapá a gente teve agora o lançamento da Câmara Setorial de Produção de Alimentos, uma outra vertente visando o incremento econômico?
Joselito – Exatamente. Na realidade, nós já vínhamos desenhando essa proposta, juntamente com a Aprosoja, uma metodologia que ela já vinha trabalhando em outros estados como o Mato Grosso e no Paraná. Através da Agência nós aderimos e começamos a formatar essa proposta para implementar no Governo do Estado. Na realidade a Câmara é um grande fórum composto por instituições públicas e privadas, no momento nós temos 15 entidades do poder público estadual e 17 entidades externas, nos setores público e privado e todas estão vinculadas ao setor produtivo e no segmento de produção de alimentos. O Amapá ainda é carente nesse setor, pois dos alimentos consumidos aqui no Amapá cerca de 85% vêm de outros estados da federação e até do exterior. O Amapá só contribui com 15% de produção de alimentos que são comercializados aqui, então nós temos o espaço e temos o dever de incrementar essa produção de alimentos no estado.

Diário – E o momento é propício para isso?
Joselito – Entendemos que sim, em função de alguns marcos que o Governo conseguiu destravar e está começando agora a trabalhar principalmente a questão da Zona Franca Verde, a questão da regularização fundiária e a questão energética também que era outro entrave e que agora já não é mais, pois o Amapá já está hoje até exportando energia. Nós entendemos que temos as condições necessárias para alavancar e valorizar a produção de alimentos no Amapá.

Diário – E isso tem se revertido num verdadeiro “boom” de empreendimentos chegando ao estado, em especial aqueles ligados ao agronegócio, considerado tão dinâmico ao ponto de uma fábrica de rações iniciar sua construção e já ter sua futura produção vendida antecipadamente, não é?
Joselito – Isso, e inclusive o que nós estamos apostando muito fortemente é que a partir dessa dinâmica da produção de grãos, o próprio governador tem falado muito nisso, da soja, milho, sorgo e outros grãos, isso é o que vai criar condições para nós podermos verticalizar nossa produção, pois com os grãos, vem toda uma cadeia produtiva de alimentos, como o de rações animais, que com um preço bem mais baixo do que a ração importada de fora, pode-se deslanchar a piscicultura, a suinocultura, a avicultura, enfim, tudo gerado a partir dessa produção de grãos. A produção de grãos no estado já é uma realidade, é fato, pois temos aí todo um ambiente propício para alavancar essa produção, apesar de alguns gargalos ainda que justamente serão trabalhados dentro dessa Câmara que falamos no começo.

Diário – E quais esses principais gargalos exatamente Joselito?
Joselito – Exatamente a questão fundiária e a questão ambiental, mas isso essa Câmara vai ter esse propósito de destravar, inclusive quero anunciar que a primeira reunião técnica da câmara, presidida pelo governador do estado, vai ocorrer agora no dia 31 de julho. E a primeira discussão será com a Aprosoja, que vai apresentar um plano de ação para os próximos cinco anos no Amapá, apontando as suas metas tanto de expansão das áreas plantadas, como também de produção, de aumento de produção. Só que ao mesmo tempo a Aprosoja vai apresentar as condicionantes para isso, ou seja, o que o governo, o que as entidades dos setores público e privado precisam trabalhar, precisam focar para que essa produção, essa meta, de fato se concretizem.

Diário – E o que já se tem em termos de área cultivada ou por se cultivar?
Joselito – Ah, sabemos que o estado está por atingir hoje 20 mil hectares praticamente de área plantada, com uma produção em torno de 50 mil toneladas, o que já estabeleceu um recorde esse ano de 13%, mas daqui a cinco anos podemos estar atingindo 100 mil hectares com uma produção de talvez 300 mil toneladas ou até mais. Para isso basta que nós consigamos destravar alguns obstáculos que estão hoje de certa forma emperrando o avanço dessa produção.

Diário – Mas a pauta dessa Câmara Setorial não se restringe apenas aos grãos, não é mesmo presidente?
Joselito – Claro, ela congrega 32 instituições, tanto do setor público como do setor privado, como eu disse, do setor econômico e todas as instituições que estão congregadas, que tem suas competências voltadas para o setor produtivo e com essa vertente da produção de alimentos hoje compõem essa Câmara. E a proposta é que ela também possa se subdividir em grupos temáticos, pois não vamos só discutir a produção de grãos. Falei dessa reunião com a Aprosoja, mas a partir dela as outras reuniões que vão se suceder irão discutir a cadeia da pesca, tanto a artesanal quanto a industrial, vamos discutir a aquicultura e toda essa cadeia, assim como o segmento de polpas de frutas, enfim, com a integração dessas entidades tenho certeza que todos vão estar focando seu planejamento com esse propósito, sem vaidades, deixando as questões políticas de lado, mas focar num projeto de estado e não de governo e com isso gerar emprego e renda pensando nas gerações atuais e futuras, pois é isso que o Amapá está precisando, ou seja, sair da economia do contracheque público e criar as condições necessárias para que a iniciativa privada de fato alavancar a economia do estado.

Diário – Sobre esse dinamismo do chamado agronegócio a gente vê como ocorrem os desdobramentos, em cadeia, pois com a soja vem a ração; com ela frango, suíno e peixe; enfim, agora duas empresas fortes anunciam a chegada ao Amapá, a Matsuda e a São Francisco Agronegócio, ligadas à insumos tecnológicos da pecuária e da lavoura. 
Joselito – Exatamente, essas empresas são da área de equipamentos, de serviços, tudo relacionado a esses outros elos da cadeia produtiva, que perceberam a dinâmica do agronegócio e começaram a se instalar aqui. E tudo cria um ambiente ainda mais propício para a própria verticalização dessa produção aqui no Amapá, daí a importância da entrada dessas outras empresas tanto da área do comércio como de serviços ligados ao agronegócio. O próprio sistema capitalista preconiza isso, ou seja, criando as condições para o fortalecimento do mercado outros campos se complementam e a rede toda se retroalimenta.

Diário – E nessa questão de destravar, acabar com os gargalos, existem outras iniciativa do ponto de vista de legislações mais arrojadas?
Joselito – Também, essas questões dos marcos regulatórios estão sendo trabalhados pelos órgãos do governo como uma lei nova que vai entrar no final do mês na Assembleia [legislativa] e que está sendo discutida com o Ministério Público Estadual, que é uma lei da Regulamentação Fundiária, que na retomada dos trabalhos no Parlamento deveremos iniciar um processo de audiências públicas e discussão com a sociedade. Sei que será uma lei moderna e já vem alinhada com uma legislação recente sancionada pela Presidência da República sobre regulamentação fundiária na Amazônia.

Perfil…

Entrevistado. O economista Joselito dos Santos Abrantes é amapaense, natural de Serra do Navio; entre seus títulos acadêmicos é doutor em Desenvolvimento Socioambiental pela UFPA; Mestre em Desenvolvimento Sustentável pela UnB; Especialista em Teoria Econômica e Sustentabilidade pelo CEAP. Especialista em Agenciamento da Inovação e Difusão Tecnológica pela UNIFAP e Especialista em Gestão de Projetos de Arranjos Produtivos Locais pelo ILPES/CEPAL. Analista II do Quadro de Técnicos do SEBRAE/AP e Professor Titular do Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP). Atualmente exerce o cargo de vice-presidente da Agência Amapá de Desenvolvimento Econômico (Agência Amapá/GEA).

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, domingo, dia 23 de julho de 2017.



Revés

A coluna apura uma informação que pode significar um retrocesso para os sonhos do incremento do turismo por aqui. Ainda neste domingo a gente posta o resultado em nossa página na internet. Acesse lá e confira: www.cleberbarbosa.net.

Serra

Mesmo em cima da hora vale o registro do esforço do DNIT em mandar arrumar os trechos mais castigados pelo inverno amazônico na BR 210, a Perimetral Norte, onde ocorre o Festival do Cupuaçu.

Gasolina

Para aumentar a arrecadação, o Governo aumentou a tributação sobre a gasolina, que terá acréscimo de R$ 0,41 por litro, e do diesel, que ficará R$ 0,21 mais caro. Parece pouco, mas não é. Acompanhe a conta.

Cálculo

Quem usa 10 litros de gasolina por dia gastará R$ 123 a mais por mês. “Isso sem contar o previsível aumento nos preços dos produtos transportados por caminhões”, lembra Reinaldo Domingos.

Dica

Reinaldo, que é presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), também diz ser necessário neste cenário atual considerar formas de economizar no combustível. Ele tá certo.

Batente
Ainda se recuperando de uma pancreatite que o levou a ficar internado por uma semana, diretor superintendente do Sebrae, João Alvarenga, foi ao rádio ontem falar do susto e também dos projetos para o segundo semestre. Destaque para um projeto voltado ao turismo e que leva a chancela da Embratur. É só correr com projetos.

Saúde

O Governo do Estado homologou a contratação do Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (IBGH), vencedor do certame licitatório para administrar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Sul. A partir de agora, empresa tem o prazo de 60 dias para colocar a unidade em funcionamento.

Claro

Com a medida, o IBGH inicia as etapas de compra de equipamentos para a UPA e a contratação de mão de obra que deve, prioritariamente, ser do Amapá. As regras do edital estão sendo elaboradas para que seja publicado ainda na primeira semana de agosto, no site do instituto (www.ibgh.org.br). Passe lá.

Modelo

Essa homologação por parte do Estado para a contratação de uma OS (Organização Social) que fará gestão da UPA Zona Sul é algo de fato inovador e que se espera muito por resultados. Experiência bem que poderia ser utilizada para o funcionamento do Hospital Metropolitano.

AMAPÁ NA ANTÁRTIDA | A viagem inesquecível do engenheiro Glauco Cei

O feito histórico de Glauco Cei é coroado com a iniciativa de abrir a bandeira do Amapá lá no continente gelado para dar ainda mais brilho a essa que é sua viagem inesquecível que o Blog relembra neste domingo.
Cleber Barbosa
Da Redação

O empresário amapaense Glauco Cei, é o que se pode chamar de um viajante “rodado”, com inúmeras viagens internacionais registradas no passaporte. E na memória, claro. Ele já esteve nos cinco continentes a passeio ou a trabalho. Mas no mês passado surgiu um convite que ele diz ter sido uma agradável surpresa, afinal iria para onde jamais esteve, um sonho mesmo: A Antártida.  Essa experiência, que ele reputa como sendo “de vida” é a história a ser contada neste domingo pelo Diário do Amapá, na volta da promoção “Minha Viagem Inesquecível”.
Primeiro ele registra que o ineditismo da viagem vem também do fato de que não é qualquer pessoa que entra na Antártida. “Trata-se de uma base militar internacional, portanto é preciso ter uma autorização especial, que neste caso foi da Marinha do Brasil, já que o nosso país é signatário do protocolo de cooperação de vários países que mantém bases científicas no extremo sul do planeta”, relata Glauco, que é o presidente da Soamar-AP, conceituada Sociedade Amigos da Marinha no Amapá, entidade que congrega personalidades civis e militares que são possuidoras da Medalha Amigo da Marinha.

Itirerário
A viagem do nosso personagem só pode ter começado em Macapá – onde ele mora – mas oficialmente o deslocamento iniciou no Rio de Janeiro, na Base Aérea do Galeão. De lá, a bordo em um avião Hércules C-130, da Força Aérea Brasileira, foram cinco horas de voo até Punta Arenas (Chile), onde é feita uma parada técnica para reabastecimento e embarque de equipamentos e outros meios que garantem a sobrevida e o mínimo de conforto na Antártida, onde militares e pesquisadores de universidades de toda parte do país passam meses a fio. Mais uma hora e meia até a base na Antártida – 1,5 mil km em média. Glauco explica que o controle na entrada é também devido ao rigor das condições climáticas, onde facilmente se registra um frio de -40ºC (abaixo de zero), condições de fato inóspitas com direito a tempestade de neve. “E são exatamente essas situações do clima que proporcionam estudos sobre o nosso planeta, num enorme esforço internacional para entendermos a natureza e realizar pesquisas que proporcionam benefícios para a comunidade internacional, onde o Brasil também é um dos beneficiários”, explica Glauco. Ele também lembra que animais marinhos como as gigantes baleias Jubarte, habitués da Antártida, também costumam percorrer a Costa Sul do Brasil. “A Antártida é um berçário de várias espécies, o que já valeria o ingresso”, diz Cei.

 Como fazer turismo na "terra do fim do mundo"
Se a entrada na Antártida é limitada, especialmente na Estação Antártica Comandante Ferraz, Glauco Cei lembra que existem voos regulares para algo ali perto, em Ushuaia, a cidade mais austral do mundo – também conhecida como o Terra do Fim do Mundo – que tem pouco mais de cem anos e já possui uma história riquíssima com um entorno paisagístico espetacular contornado por bosques, montanhas, rios e lagos. Está localizada na Ilha da Terra do Fogo, na Argentina. É o ponto de partida para percorrer e descobrir lugares únicos como navegar no Canal de Beagle, alcançar o Farol do Fim do Mundo, percorrer o Parque Nacional mais austral do mundo, e partir desde sua baia até a imensa e misteriosa Antártida. Tudo isso alimenta ainda hoje a imaginação dos aventureiros de todo o planeta. Em Ushuaia as opções são variadas em qualquer época do ano, podendo-se percorrer suas belas paisagens em carro, caminhando, cavalo, trem e navegando, desfrutando e praticando várias atividades como trekking, pesca com mosca, canoísmo, ciclismo, estâncias e observação de flora e fauna. Possui hotelaria de nível internacional com estabelecimentos de até 5 estrelas e uma excelente gastronomia.

 Como aconteceu a presença brasileira no continente polar das Américas
 Em maio de 1975, o Brasil assinou o Tratado da Antártica, passando a integrá-lo com membro aderente, sem direito a voto nas deliberações. No segundo semestre desse mesmo ano, criou-se um grupo de trabalho interministerial, sob coordenação do Ministro das Relações Exteriores, com o propósito de reunir subsídios para formulação de uma política nacional relativa ao assunto e propor as primeiras medidas concretas para a atuação brasileira na Antártica. No início da década de sessenta, oficiais hidrógrafos passaram a atuar como observadores, em expedições chilenas à Antártica. Posteriormente, oficiais de outras especialidades também acompanharam operações inglesas, argentinas, russas, e alemães, além das chilenas.
Com a decisão adotada pelo Governo em 1981, de enviar uma expedição brasileira à Antártica, adquiriu-se à Dinamarca um navio polar, Thala Dan, que recebeu, no Brasil, a classificação de Navio de Apoio Oceanográfico e o nome de Barão de Teffé. A fim de evitar despesas decorrentes da criação de um novo órgão, como se preconizara inicialmente, as tarefas que competiriam àquela foram atribuídas à Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), com sua secretaria executiva, a SECIRM, conduzida pelo Ministério da Marinha.

Tradição - Em 23 de agosto de 1983, o avião C-130 Hercules, da Força Aérea Brasileira, pousou na pista de pouso da Estação Marsh, na Ilha do Rei George, do Chile, na Antártica, inaugurando o Voo de Apoio Antártica, que vem sendo realizado sete durante as Operações Antárticas. Nas operações seguintes, a estação foi ampliada e a participação do País se consolidou notadamente com a expansão da permanência das equipes: desde 1985, a ocupação de Ferraz passou a ser em tempo integral, com as equipes de verão e inverno revezando-se. 

CURIOSIDADES
- O Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) é um programa da Marinha do Brasil, que tem presença no continente da Antártida. Ele coordena a pesquisa e o apoio operacional para a pesquisa na região. 

- Atualmente, mantém uma estação de pesquisa durante todo o ano na Antártica (Estação Antártica Comandante Ferraz), bem como vários acampamentos sazonais. 

1975
 Ano de entrada do Brasil no Continente Gelado.

O PASSAPORTE

sábado, 22 de julho de 2017

RÁDIO| Transmissão ao vivo do programa Conexão Brasília!



O Jeep Clube de Macapá é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que além do cunho esportivo e fraternal, se propõe ainda ao trabalho social, a ajuda humanitária e às causas de promoção da fraternidade.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

“Nos dias atuais acho interessante pregar para a juventude a honestidade e a lealdade”

Num momento de instabilidade no país, um coronel do Exército aceita falar de tudo em uma entrevista franca, sobre 1964, serviço militar obrigatório, Bolsonaro e pedidos por (nova) intervenção.
Coronel Robson Mattos, falando ao jornalista Cleber Barbosa, no programa Conexão Brasília.
Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

Revista Diário – Recentemente, em cerimônia no 34º BIS, o senhor falou aos recrutas e familiares, pregando honestidade. Como isso funciona hoje, exatamente quando o país passa por uma crise tão aguda?
Cel. Robson Mattos – Entendo que a honestidade e a lealdade são os atributos que mais têm que ser evidenciados. A gente costuma dizer que as Forças Armadas têm os pilares de hierarquia, disciplina, honestidade e lealdade. Então, em dias em que o país parece viver numa crise de toda ordem, sobretudo ética, acho interessante pregar a honestidade e a lealdade para a juventude. Toda vez que converso com eles ou falo com meus subordinados, digo que a honestidade vem na frente de qualquer pensamento. Todos temos o ide, o ego e o superego. Em algum momento deixarmos o lado negativo vencer, e a gente acaba que não é totalmente honesto. Mas sabemos qual é o lado correto. Quando pensamos muito e não segue a honestidade, acaba que pecamos nesse lado.

Diário – Pregar para uma turma anual de recrutas é ajudar a mudar o país,  digamos assim?
Cel. Mattos – Sim. O país precisa disso. Nós, como formadores de homens, recebemos o jovem com 18, 19 anos, e aqui a gente complementa a formação que ele iniciou em casa. É difícil nessa fase você iniciar uma formação moral. Você complementa ou aperfeiçoa essa formação. E todos eles têm idade para ser meus filhos... [risos] Eu tenho uma filha de 18 anos, então o que eu digo para eles [os recrutas] digo para a minha filha. O tempo que tenho para conversar, a gente procura pregar isso, dar exemplo sobre as coisas positivas e negativas que a gente vê no mundo, ou coisas que a gente até já passou para que eles não tenham o dissabor de ser desonestos ou desleais. Eu sempre digo que a honestidade é um preço que se paga caro.

Diário – Sobre isso, recentemente, na decisão do Campeonato Paulista de Futebol, houve grande discussão a respeito de um zagueiro que ajudou o árbitro a não cometer uma injustiça, sendo honesto, mesmo prejudicando o próprio time. Então, toda essa discussão ética pode forçar a termos mudanças no país?
Cel. Mattos – Eu acho que o nosso país está vivendo uma crise que muitos países em desenvolvimento vivem ou já viveram. E a própria história da política mostra que essas crises são cíclicas. Elas giram como se fosse a Terra em seu movimento de rotação, sabe? A gente passa um tempo melhorando o nosso sistema, com reformas políticas e econômicas, e chegamos num ápice até que haja uma nova crise e depois se começa novamente o processo de correção. Mas acredito que vivemos a maior crise que o país já encontrou, pois crise econômica nós já vivemos várias, a de 1929, a de 2008 e tantas outras, como a de 1964; e o país sobreviveu, viveu, cresceu e melhorou. Só que a crise identificada agora, por mais que se julgue, entendo que o maior peso dela é, sim, a ética, e quando a gente fala em ética a gente fala em base que quando está adoecida ou amolecida, aí eu acho que isso preocupa mais, afinal, como fazer uma reforma ética? Aí a gente vê que a educação é um pilar básico do desenvolvimento da ética, a educação familiar e a educação escolar; uma criança passa muitas vezes mais tempo com um professor numa sala de aula do que com os pais. É como aqui, esses jovens [os recrutas] passam numa operação até vinte e quatro horas conosco, no quartel, então nós somos formadores éticos, formadores de caráter. Se os formadores não trabalharem isso, acho difícil a gente atacar essa tal crise ética e moral.

Diário – Há quem critique a obrigatoriedade do serviço militar. Por que ele ainda é uma exigência legal?
Cel. Mattos – No nosso caso nem precisaria ser obrigatório, pois todos os recrutas que incorporam são voluntários. A gente tem aproximadamente cinco mil jovens que se alistam por ano, e a gente pré seleciona aproximadamente setecentos, mas só entram para servir duzentos recrutas. A grande maioria é voluntária para servir, só que não tem vaga pra todo mundo. Atualmente nem chamamos de serviço militar obrigatório, mas serviço militar inicial, pois acaba sendo o primeiro emprego para muitos desses jovens, em que são colocadas à disposição deles muitas ferramentas, como a dedicação, desempenho físico, a ferramenta cognitiva que eles fazem testes, aprendem e desenvolvem intelectualmente.

Diário – O senhor falou sobre 1964. Como na formação desses recrutas aquele período militar é abordado?
Cel. Mattos – Na verdade, existem correntes. É difícil falar de 64. Falar daquele período é lógico que se toca em temas polêmicos, pois é óbvio que aconteceram excessos, de ambos os lados. O comandante do Exército [general Villas Boas] já falou sobre esse assunto e é um profundo conhecedor, muito mais que eu. Mas entendo assim: 64 foi um movimento que aconteceu no Brasil e que era necessário, a exemplo do que se fala hoje, pedindo intervenção militar. Naquela época também houve por parte de uma parcela da sociedade o pedido da intervenção, da própria Igreja, inclusive; o país vivia um momento difícil, então as Forças Armadas assumiram o poder, a exemplo do que se vê hoje, desde a questão do impeachment e até recentemente um movimento em todo o país em frente aos quartéis, pedindo intervenção.

Diário – E isso é possível? Uma nova intervenção?
Cel. Mattos – Nós sabemos muito bem qual é a nossa posição pela Constituição. A posição das Forças Armadas é garantir a legitimidade, a legalidade e a estabilidade. Quando um desses pilares for afetado é que as Forças Armadas entram na jogada, só que são momentos distintos em relação a 64; hoje a gente sabe o que aconteceu. O país vivia um período muito difícil, mas os 20 anos que se sucederam foram anos gloriosos para o nosso país. Às vezes isso não é falado nas escolas, mas eu já recebi vários e-mails, mensagens de whatsapp falando sobre os feitos dos governos militares, só que muitas vezes o ser humano é muito crítico, ao invés de enxergar as coisas que avançaram, prefere apontar os defeitos. Todos nós temos defeitos, mas também qualidades. Ontem mesmo recebi mensagem falando que nosso país tinha “x” quilômetros de estradas e que nos 20 anos de governo militar isso aí multiplicou por dez ou 20 vezes; tivemos hidrelétricas lançadas que alavancaram a matriz energética do país; então foram uma série de ganhos que o Brasil teve na educação, saúde, nos transportes, enfim, que fizeram o país crescer. É difícil dizer como seria se não tivéssemos assumido o governo naquela época. O país vivia um caos.

Diário – No cenário internacional o mundo estava dividido entre capitalismo e socialismo. Era um ou outro, não é?
Cel. Mattos – Exatamente. O país vivia um pós guerra de falta de identidade. A Guerra Fria comendo solta e a gente sem uma identidade, pois aquilo que tinha acontecido na II Guerra; os heróis da nossa guerra já tinham 20 anos, então o país estava carecendo de uma referência e a invasão do ideal comunista, que vinha do outro lado do mundo, estava afetando as nossas bases, e a crise que sempre rondou o estado brasileiro é um campo fértil para esse tipo de pensamento. Aí a gente pode falar de várias outras coisas, os ideais gramscistas, que você identifica quando estuda um pouco mais a fundo o que aconteceu naquela época, pois na verdade as Forças Armadas não têm outro interesse político. O militar é apartidário, não tem ideal político; o nosso ideal é garantir a paz, defender o nosso país e fazer com que a sociedade viva melhor.

Diário – Depois desse período, as Forças Armadas têm procurado se comunicar melhor, ser mais transparente?
Cel. Mattos – Sempre digo que saímos da era industrial. O mundo viveu várias eras, e a última, a industrial. Se a gente for observar o século 21 ou o terceiro milênio, entramos forte na era da comunicação ou era da informação. Quem não consegue se comunicar com velocidade não chega a lugar nenhum. A Força [Forças Armadas] teve que aprender a fazer isso. As Forças Armadas adotaram uma postura com relação ao período dos governos militares que naquela época talvez coubesse, mas hoje, considerando que vivemos a era da informação, talvez fosse fatal, pois não comunicamos o que fizemos. Eu converso com a minha filha, e ela não sabe realmente o que levou à tomada do governo pelos militares; ela não sabe o que o país cresceu naqueles 20 anos, não atentou para a forma pacífica como o governo foi devolvido à sociedade civil, novamente. Isso porque nós não comunicamos. Hoje nos comunicamos, acho que razoavelmente bem; ao comunicar, no Facebook, por exemplo, temos milhões de acessos, recebemos elogios e sofremos críticas; e por incrível que pareça com as críticas a gente cresce muito mais, a gente pode corrigir um erro que a gente cometeu e que talvez aqui dentro não tenha sido percebido. Então acho que estamos entrando bem na era da informação.

Diário – E as pesquisas? Como isso também é trabalhado na estratégia de comunicação?
Cel. Mattos – Na década de 90 as Forças Armadas entraram forte dentro do que prega a gestão; temos analisado indicadores que chamamos de desempenho. E um dos indicadores de desempenho são pesquisas como as das instituições de maior credibilidade, apontando as Forças Armadas como de maior credibilidade em nosso país.

Diário – Nos últimos anos, muitas competições esportivas e até alguns atletas de ponta passaram a ter o patrocínio das Forças Armadas e têm se destacado. Isso também é uma estratégia ligada a essa questão da imagem?
Cel. Mattos – Na verdade, hoje as Forças Armadas trabalham em diversos programas que nem sempre estão ligados à segurança e defesa. Esse programa dos atletas é um exemplo. Nas Olimpíadas do Rio tivemos atletas medalhados. O patrocínio que as Forças Armadas dão não seria bem um patrocínio, ela dá o suporte ao atleta, que incorpora às Forças Armadas como militar temporário com salário, e cumpre expediente treinando. O resultado é esse: nos poucos anos em que as Forças Armadas apoiaram atletas já tivemos uma gama deles ganhando medalhas.

Diário – Mas também participando de competições militares, não é?
Cel Mattos – Sim. Qualquer competição serve para o atleta verificar o seu nível. Então, ao longo da preparação eles participam de competições militares, mas o objetivo maior são as competições internacionais, as olimpíadas, os mundiais. Mas não existe só esse programa, tem o Força no Esporte, que o Profesp, projeto do Ministério da Defesa em parceria com o Ministério do Esporte, em que a gente pega crianças em situação de risco social e trazemos para os quartéis, onde passam meia jornada, no contraturno da escola. Aqui tomam café, fazem esportes, têm instruções de civismo, patriotismo, honestidade e lealdade, enfim, é um programa fantástico em que as crianças ficam aqui três dias por semana, aprendendo muito. Temos também o programa Soldado Cidadão, onde preparamos os recrutas antes deles irem dar baixa [do serviço militar], e eles então fazem cursos profissionalizantes de um, dois meses no Senai, Senac, e eles saem daqui muitas vezes com uma profissão, pedreiro, manutenção de ar condicionado, eletricista, controlador de almoxarifado, enfim, então eles saem daqui além dos atributos militares, saem com uma profissão.

Diário – Nessa questão das especulações, as redes sociais são um campo fértil para isso, não é? 
Cel. Mattos – As redes sociais são uma ferramenta que a sociedade tem hoje para para expressar a sua opinião. O que nós temos de retorno, de feedback pelas redes sociais, a esmagadora maioria é positiva. Mas muitas vezes há opiniões que têm fundamento que muitas vezes não nos apercebemos. Essa chamada de atenção pela rede social serve como indicador para melhorarmos, para identificar uma oportunidade de melhoria e atuarmos naquele ponto em que fomos falhos. Não vivemos só de flores, temos que ter maturidade para entendermos a crítica e separar aquela crítica que não leva a lugar nenhum daquela crítica construtiva.

Diário – Por falar em redes sociais tem um fenômeno chamado Bolsonaro, um ex capitão, como o Exército vê a pré candidatura dele a Presidente da República?
Cel. Mattos – Não existe uma ligação do Exército com o deputado Jair Bolsonaro. Ele realmente foi militar, mas obviamente as coisas que ele fala ou que prega são ideais dele; junto com o que ele fala tem ideias que também comungamos, como eu falei, tudo que for direcionado para a lealdade, integridade, honestidade, tem a ver com as Forças Armadas. Mas também tem coisas que não são coadunadas pelas Forças Armadas. Então, na verdade, hoje não existe uma ligação institucional do deputado com o Exército Brasileiro.

Diário – No regulamento disciplinar do Exército existe que espaço para faltar com a verdade?
Cel Mattos – Nosso RDE, Regulamento Disciplinar do Exército, tem o Anexo I, que enumera uma centena de transgressões disciplinares que se o militar incorrer poderá ser punido. O primeiro item é  “faltar com a verdade”. Indica que para nós a primeira coisa que lembramos é que o militar não pode faltar com a verdade.

Diário – A exceção seria numa situação de guerra, o blefe. Ele faz parte das estratégias operacionais para enganar o inimigo?
Cel. Mattos – [risos] Temos técnicas militares. Se falarmos em camuflagem, temos a simulação, a dissimulação e o mascaramento. A dissimulação é você fazer uma coisa parecer o que ela não é. Eu pego um monte de palha de coqueiro, abro ela e faço um desenho de avião no chão, e cubro ela com alguma coisa verde, para que quem olhe de cima, no reconhecimento aéreo, ache aquilo ali um avião pousado. Isso fará o inimigo gastar sua munição, lançando naquele avião, que não é avião, e ainda denunciará sua posição; isso aí é dissimulação; se você me perguntar se isso é uma mentira, em guerra é uma técnica de dissimulação, mas o militar não mente!

Diário – Obrigado por sua entrevista.
Cel. Mattos – Eu que agradeço em poder falar de uma instituição tão ligada à sociedade brasileira. O Exército existe para defender, não existe outra finalidade das Forças Armadas, com o Exército, inserido, senão defender e dar segurança ao país.


TURISMO | Orla de Macapá, um 'point' de convergência para a cidade.

Um dos lugares mais frequentados da capital do Amapá é a frente da cidade, margem do Amazonas, o maior rio do mundo. Todas as tribos, por assim dizer, se encontram por lá.
A orla da cidade de Macapá está entre os pontos turísticos mais visitados da capital do Amapá. E isso vale tanto para os moradores do lugar como para os muitos turistas que visitam o estado.

Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

E la é praticamente uma unanimidade entre os moradores da cidade ou mesmo entre turistas. A orla da cidade de Macapá é um ponto de convergência, para onde todo mundo quer ir, seja para praticar exercícios, fazer piquenique, namorar, ouvir música, ler um livro ou simplesmente contemplar.
Sim, existe também essa modalidade de turismo, o de contemplação. Motivos – e atrativos naturais – não faltam, afinal estamos falando da margem esquerda do maior rio do mundo, ao lado da maior fortificação portuguesa do período colonial do Brasil. Ah, sim, e a praça do entorno é conhecida como ‘Lugar bonito’.
Os guias de turismo dizem não ser raro observar turistas se emocionando só pelo fato de estarem ali, vislumbrando o famoso rio/mar, reconhecido mundialmente como gigante não só pelo volume de água, mas também pela extensão. “E tem gente que se impressiona com a largura dele, querendo confirmar se não é o oceano”, diz o guia Marcelo Sá, que ainda integra a turma que curte esportes radicais, outra atração local que garante um colorido a mais na paisagem, com a turma do skate, jet ski e kitesurf, entre outros. Os fins de tarde são repletos de praticantes dessas modalidades, além de famílias inteiras se encontrando.

História
E já que estamos falando do rio Amazonas, nunca é demais lembrar que nas cheias das marés ele costuma transbordar, ante a força das águas e também pela forcinha dada pelo forte vento que sopra lá. Nessas horas, quem caminha ou faz corridas pela orla costuma tomar bons sustos. Na verdade dão boas risadas, e é comum ver famílias inteiras estacionando o carro ali próximo só pra ver o espetáculo – e lavar o carro de graça. Gostou? E tão anote aí o endereço: na esquina do rio mais belo com a Linha do Equador, como nos ensina o poeta Zé Miguel.

Curiosidades
O  rio Amazonas foi descoberto em 1500, por Vicente Yañez Pinzón, que lhe deu o nome de Mar Dulce. Em 1532, Francisco Orellana, homem que fez a primeira descida no rio, trocou o nome para Amazonas. Ele nasce na Cordilheira dos Andes, junto ao vulcão Misti, no Peru, a 4 mil metros acima do nível do mar. Até há pouco tempo, pensava-se que o Nilo fosse o maior rio do mundo em extensão. No entanto, graças a técnicas de monitoração por satélite, agora sabe-se que o Amazonas é maior, com 7.025 quilômetros.

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, sexta-feira, dia 21 de julho de 2017.


Viagem

O presidente da Associação Comercial e Industrial do Amapá, Altair Pereira, acaba de retornar de Caiena, onde uma de suas filhas teve bebê (ela é casada com um francês). Pereira também foi o primeiro brasileiro a entrar de carro pela ponte binacional.

Comércio

Aliás, Altair está licenciado da ACIA neste período, afinal foi por um bom motivo, de acompanhar sua família. A vice, Graça Rocha, é quem vem tocando a entidade, aliás, com muito dinamismo.

Aniversário

A presidente interina da ACIA, inclusive, está se esmerando com sua diretoria e associados para fazer o evento de aniversário da associação, que chega aos 72 anos na segunda-feira. Festa merecida, claro.

Domingo

Brasileiros e franceses que nesta época do ano viajam de carro para o Amapá, estão reclamando apenas do horário de funcionamento da Aduana na ponte. Fecha sábado ao meio-dia e só reabre na segunda-feira.

Aviação

A coluna recebe telefonema do executivo da Azul para a Amazônia, Lucas Frade. Ele ainda não veio a Macapá por questões operacionais, mas confirma que virá tratar sim do voo para Caiena.

Batalhadores
Hoje é dia do garimpeiro, um profissional como tantos outros que carecem de todo tipo de apoio e reconhecimento. Vilanizados por séculos, eles tem sim uma importante missão a cumprir no país, mas para isso é preciso de regulamentação e apoio oficial para a atividade deles. A coluna os felicita ainda assim, claro.

Mineração

Enquanto deixou órfão o Amapá, a mineradora Anglo American segue crescendo. Sua produção de minério de ferro subiu 27%, segundo dados oficiais. Este aumento no segundo trimestre motivou elevação da meta anual. A prioridade na operação Minas-Rio é obter licenças para a Etapa 3.

Reparação

Olha, essa crítica não tem nada a ver com agouro, ao contrário, queremos que os ingleses ganhem seu dinheiro honestamente, gerem emprego e renda no Brasil. Só não podemos aceitar que o enorme passivo deixado no Amapá fique por isso mesmo. A Anglo precisa ser tragada para o rolo da Zamin Ferrous por aqui.

Serra

Enquanto isso, o novo prefeito de Serra do Navio, Elson Belo (PTdoB) sonha com a reativação mineral em seu município e região. Até que isso aconteça, ele abre hoje a programação do Festival do Cupuaçu, que, felizmente, ainda grassa por lá. Evento termina no domingo.

RANKING | Saiba quais são os piores estados para ser mulher no Brasil

Roraima é o estado onde mais mulheres são assassinadas no país, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Revista Exame
Roraima é o estado brasileiro mais violento para as mulheres, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com dados de 2015.
De acordo com a pesquisa, a taxa de mortes no estado foi de 11,4 para cada grupo de 100 mil mulheres. O número é quase três vezes maior do que a média do Brasil, de 4,4, e quase cinco vezes maior do que São Paulo, o estado com a menor taxa, de 2,7 mortes para cada 100 mil.
No geral, a proporção de mulheres assassinadas tem crescido nos últimos anos. Segundo o estudo, a taxa de homicídios entre mulheres saltou 7,5% entre 2005 e 2015. Por outro lado, em alguns estados, houve melhora na variação da taxa de violência: São Paulo teve uma redução de 35% nesse período. 
No outro extremo do mesmo indicador aparece Maranhão, que teve um aumento de 124,4% na taxa de assassinatos de mulheres.

O outro lado
Em nota enviada a EXAME.com, o governo de Roraima afirmou que a atual gestão estadual “vem atuando de forma incisiva com a implementação de políticas públicas de prevenção e combate à violência contra a mulher”.
Desde março de 2015, segundo o governo do estado,  alguns programas foram colocados em prática, como o Ronda Maria da Penha, com viaturas da Polícia Militar e policiais que atuam exclusivamente no atendimento aos casos de violência doméstica, e o Abrigo de Maria, uma casa especial, cujo endereço é mantido sob sigilo, para atender as mulheres em situação de vulnerabilidade, vítimas de violência doméstica ameaçadas de morte e seus dependentes menores de idade.
“A atuação do governo do estado nos últimos dois anos e meio tem contribuído de forma efetiva para a redução dos homicídios de mulheres em Roraima, contudo, esses dados ficaram de fora da pesquisa citada. O governo acredita que no próximo levantamento que for realizado, o Estado terá saído dessa vergonhosa estatística da violência contra a mulher”, diz a nota.
Veja o ranking dos estados mais violentos para as mulheres.
RankingEstadoTaxa por 100 mil mulheresVariação entre 2005-2010
Roraima11,4103,80%
Goiás7,564,60%
Mato Grosso7,313,90%
Rondônia7,214,10%
Espírito Santo6,9-18,50%
Pará6,481,80%
Tocantins6,495,40%
Sergipe6117,40%
Amazonas5,998,60%
10ºCeará5,664,60%
11ºAlagoas5,417,20%
12ºParaíba5,361,20%
13ºRio Grande do Norte5,195,50%
14ºRio Grande do Sul4,928,60%
15ºBahia4,965,10%
16ºPernambuco4,8-25,30%
17ºAmapá4,7-5,70%
18ºAcre4,722,20%
19ºRio de Janeiro4,4-28,80%
20ºMato Grosso do Sul4,3-27,10%
21ºParaná4,3-6,30%
22ºMaranhão4,2130,00%
23ºPiauí4,162,40%
24ºMinas Gerais3,91,80%
25ºDistrito Federal3,8-1,10%
26ºSanta Catarina2,825,30%
27ºSão Paulo2,4-35,40%
Valéria Bretas

quinta-feira, 20 de julho de 2017

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quinta-feira, dia 20 de julho de 2017.


Extremos

Enquanto lá no sul o país congela, por aqui, em plena Floresta Amazônica é verão, esquentando a estação das férias escolares. A previsão é de tempo firma nesta quinta-feira, com termômetro beirando os 36ºC. A dica é se hidratar muito bem e pegar uma sombra.

Defesa

Comandante do 34º BIS, coronel Robson Mattos, retorna de Belém, onde participou de uma nova edição dos Jogos de Guerra. Mas calma, a guerra era virtual, mas de grande valia para a instrução militar.

Naval

Já o comandante da Capitania dos Portos, capitão Oliveira Caldas, afina preparativos para a reta final das férias de julho. Ponto alto será o Festival do Camarão, na vizinha Ilha do Afuá. Alerta aos comandantes!

Finanças

Secretário do Planejamento, Teles Júnior, foi ao rádio ontem e voltou a usar o drama do estado do Rio para evidenciar que aqui o GEA vai dando conta do recado. Quer dizer da folha e dos investimentos.

De fora

Antônio Feijão, ex deputado federal, garante ter pendurado as chuteiras da política partidária. Mas não se omite de opinar sobre política. Aliás, mantém-se ativo nesse quesito. Um grande quadro ele é.

Desafio
Presidente da Fecomércio, Eliezir Viterbino, chamou seu diretor Miguelangelo Souza Martins para uma reunião ontem logo cedo. Só que ao invés da roupa social, tênis e duas bikes para cortar a cidade de ponta a ponta. Desafio aceito, tanto que o dirigente postou depois numa rede social: “Manda bem no pedal”. Saúde em dia!

Jari

Em visita a Unidade Mista de Vitória do Jari, uma equipe técnica do Governo do Estado esteve reunida com a direção da instituição para agilizar demandas que melhorem o atendimento assistencial ofertado pelo Estado. São soluções que começam com esse tipo de interação, nota 10!

Saúde

A propósito, esse hospital é referência para toda a região do Vale do Jari. A unidade tem um projeto de reforma e ampliação que contempla toda a estrutura física, com salas de parto, consultório médico, farmácia e outras salas para pequenos procedimentos. O projeto será desenvolvido no valor de R$ 250 mil.

Palavra

Segundo o titular da SESA, Gastão Calandrini, o governo também está estudando a aquisição de uma nova ambulância para ser disponibilizada à unidade que, atualmente, tem apenas uma para fazer o deslocamento de usuários em casos de urgência. Tomara mesmo.

TURISMO | Governo do Estado prepara inauguração da Praça Cabralzinho, em Amapá

O Governo do Estado do Amapá (GEA) inaugura mais uma obra na área urbanística, trata-se da Praça do Cabralzinho, localizada na orla do município do Amapá. A inauguração está prevista para o dia 29 de julho, contemplando o município com mais um ponto de lazer e turismo.

A obra iniciou em 15 de maio de 2017, com investimento de R$ 3.326.771,29 - recursos do próprio governo do Estado – com mão de obra local, gerando mais empregos diretos e indiretos na região.

A Praça Cabralzinho disponibilizará vários espaços para o lazer da comunidade, como: arena futebol, quadra de vôlei de areia, maloca cultural e lanchonetes para que quem for visitar a praça tenha a oportunidade de degustar a culinária local.

Histórico

A praça recebeu o nome de Cabralzinho em homenagem ao grande herói Francisco Xavier da Veiga Cabral (1861-1905), que lutou contra os franceses em 15 de maio de 1895. O palco do embate foi a Vila do Espírito Santo, que faz parte do município do Amapá e, no confronto, houve a morte de crianças, mulheres e idosos. Cabralzinho teve êxito na batalha e o auge do evento culminou com a deposição do representante do governo francês, Eugène Voissien, que proibia o acesso dos mineiros brasileiros à região de minas, dando exclusividade aos franceses.

Educação

O município do Amapá será contemplado no dia 30 de julho com a entrega de mais uma obra no ramo da educação, trata-se da revitalização geral da Escola Estadual Maria do Céu Gonçalves Dias.

A obra teve início em 2 de dezembro de 2016, com recursos do governo do Estado. Mais de R$ 2,5 milhões foram investidos para a realização dos serviços na escola.

“A obra da escola Maria do Céu foi um compromisso que o governo assumiu com o município do Amapá. Com a reforma, vamos avançar com a educação e, com a inauguração da praça Cabralzinho, traremos à memória a historicidade não somente do Estado, mas do povo brasileiro”, ressaltou o secretário de Estado da Infraestrutura, João Henrique Pimentel.

Transporte

O Governo do Amapá, através da Secretaria de Estado de Transporte (Setrap), avançou com a reforma da Ponte das Queimadas, com acesso pela BR-426. Toda a parte em madeira da ponte, que estava apodrecida foi trocada, viabilizando com mais segurança o transporte e acesso ao município. O próximo passo será dado em alguns dias com a reforma da Ponte do Meruoca.

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OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, dia 19 de julho de 2017

Debate

No próximo sábado nosso programa de rádio edita um debate sobre o Governo Temer. De um lado, parlamentar aliado e de outro, um de oposição. Promessa de polêmica, mas com argumentação, claro. Sem essa de que do pescoço pra baixo tudo é canela.

Rádio

O cerne da questão é avaliar erros e acertos da atual gestão do governo federal, mas também avaliar esse vale-tudo na hora de garantir blindagem a Temer no Congresso Nacional. O Conexão Brasília é das 7 às 9 horas!

YouTube

Outra novidade do rádio que também estará em vídeo são os programetes de 10 minutos. Um deles leva o nome desta coluna, ARGUMENTOS, cuja linha é o de entrevistas do tipo “papo reto”. É só esperar e clicar.

Emoção

Uma das novidades a gente já levou ao ar, o quadro FALA AGORA, quando um homenageado é confrontado com a opinião de amigos, familiares, subordinados ou chefes a seu respeito. Aí dizemos: “Fala agora”.

Comemoração

Essas novidades fazem parte do pacote de inovações que integram as comemorações pelos de anos no ar do nosso programa, que começou na 102 FM e está na Diário FM desde o início. Luiz Melo é quem chancela.

As pontes
Uma das questões mais debatidas durante as últimas eleições foram as pontes de madeira nas áreas de baixada. Ontem, um ano e meio depois da posse no segundo mandato, o prefeito Clécio foi acompanhar o aliado Davi Alcolumbre na entrega de parte do projeto de recuperar pontes de madeira com dinheiro federal.

Vagas

Senai publica lista de aprovados no concurso de bolsas para os cursos técnicos. Os candidatos podem acessar na área Editais, no site www.ap.senai.br. A instituição ofertou nove oportunidades direcionadas aos cursos Eletromecânica e Segurança do Trabalho, para Macapá e Eletrotécnica para Santana.

Regra

O candidato classificado no processo seletivo deverá formalizar a matrícula nas Secretarias dos Centros de Formação Profissional Macapá ou Santana, de acordo com o curso escolhido, no período de 1 a 4 de agosto, em horário comercial. Para isso, é necessário apresentar original e cópia de seus documentos pessoais.

Chance

E olha essa. Quem realizou a prova do concurso, mas não foi aprovado, pode aproveitar a nota para concorrer a uma das vagas da habilitação técnica como teste de nivelamento. Assim, será possível matricular-se normalmente, após pagamento de mensalidade.

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, terça-feira, dia 18 de julho de 2017.


Marinha

Em entrevista ao nosso canal no YouTube, o comandante de operações navais da Marinha, Almirante Fernandes, confirma que a Esquadra está sendo ampliada. Além da sede no Rio, uma nova frente estará se instalando ao Norte do país, em São Luís (MA).

Bélico

Para entender, a Esquadra é como se fosse o QG [Quartel General] de um Exército, ou a garagem de uma frota de blindados. Ou o cais de onde nossas armas de guerra naval ficam centralisadas.

Proteção

O Almirante Fernandes, respondendo ao colunista, diz que esse grande projeto, de abrir uma segunda Esquadra mais ao Norte tem a ver com a cobiça internacional pela Amazônia. Mais em youtube.com/cleberbarbosa.

Vagas

GEA abriu edital com 599 vagas para seleção de professores de cursos técnicos. A inscrição vai até dia 21. Além de seleção de bolsistas, o edital também é de formação de cadastro reserva para o MedioTec.

Apoio

É ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), desenvolvido pelos governos do Estado e federal, em parceria com o Instituto Federal do Amapá (Ifap) e o Centro Apoena.

Mercado
Clientes do Itaú em Macapá, na agência Presidente Vargas, contam com toda a presteza e simpatia da gerente Renata Muniz (foto), uma paraense da gema que logo se aclimatou entre os amapaenses. A coluna registra e felicita o banco por colocar agentes financeiros hábeis e de fino trato. Nota 10!

Polêmica

A notícia que virou capa da Revista Diário deste mês, sobre a abertura ao turismo internacional pela Guiana Francesa provoca muita discussão. De um lado gente dizendo não acreditar na novidade: a dispensa do visto para se fazer conexões em Caiena. De outro, gente dizendo que isso já existia.

Diplomata

Uma dessas pessoas é o ex cônsul da França em Macapá, Jean-François Le Cornec. Em uma rede social, ele criticou a exploração da notícia. Ele escreveu em inglês e português: “Not a scoop… já faz algum tempo. E agora que é noticiado… slow”. A tradução seria "não é furo jornalístico; lento". Ocorre que ele próprio quando no posto, jamais falou a esse respeito.

Patente

Por aqui, representantes do setor de agências de viagem também dizem jamais ter conhecimento disso, ao contrário, relatam a dificuldade para o incremento do turismo com a exigência burocrática do visto até para as conexões em Caiena para a Europa, EUA ou Caribe.

PUBLICIDADE | Histórias LATAM: O voo do Carlos.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

PUBLICIDADE | Zaad Mondo, lançamento 'upper premium' do Boticário.

Estar seguro de suas realizações, mas em constante movimento para viver novas experiências e se conectar com o mundo, é um dos desejos do homem moderno, elegante e bem-sucedido. Agora ele ganha uma tradução perfeita em Zaad Mondo, nova fragrância upper premium masculina do Boticário, que chega ao mercado em 3 de julho. A novidade estará disponível nas lojas, no e-commerce (www.boticario.com.br) e com as revendedoras da marca líder em perfumaria no país*.
O novo eau de parfum combina notas amadeiradas e de especiarias aromáticas ao toque levemente frutado do exclusivo acorde Blue Juniper, criando uma combinação sofisticada e inovadora para o mercado brasileiro. A composição do acorde tem como ingrediente principal o Juniper – berry originária das regiões frias e montanhosas da região do Balcãs. A combinação inédita traz, ainda, o cítrico do grapefruit, a tonalidade verde do cipreste e o contraste quente e amadeirada da noz moscada. Os quatro elementos trazem para o consumidor a experiência do cheiro do Juniper na floresta, diferente do uso mais tradicional da perfumaria, com o fruto seco e processado.
“Zaad Mondo evidencia as madeiras frescas, uma tendência internacional que O Boticário traz para o Brasil, com o fresco frutado do Blue Juniper. O resultado é um eau de parfum elegante e sofisticado”, explica o gerente de Perfumaria do Boticário, Jean Bueno. “Ele foi criado para acompanhar esse homem moderno que está sempre no mundo, porque acredita que viajar é a melhor forma de se libertar da rotina e viver para o novo, conhecendo pessoas, culturas e lugares.”
A fragrância é assinada pelos perfumistas Adilson Rato e Frank Voelkl, da Casa de Fragrância Firmenich.
A embalagem traduz a sofisticação de Zaad Mondo. O tom azul e a textura do cartucho têm inspiração no passaporte e no universo das viagens. No interior da caixa, o toque especial de carimbos de diversos países reforçam o convite para viajar pelo mundo.

Promoção
Para o lançamento de Zaad Mondo, O Boticário traz uma promoção especial para esse homem moderno que adora conhecer o mundo. A marca vai sortear uma viagem de volta ao mundo, com direito a acompanhante – com valor equivalente a R$ 200 mil. Para participar, é preciso comprar qualquer eau de parfum da linha Zaad e fazer a inscrição cadastrando o código de barra no site boticario.com.br/promocaozaadmondo.  O concurso é regulamentado pela Caixa Econômica Federal, número 4-0439/2017, e o sorteio acontece em 2 de agosto.
 Fonte: Kantar Worldpanel, Share Valor no Painel Nacional de Consumidores, Full Year 2016 – T.Fragrâncias

SERVIÇO:

Zaad Mondo, Eau de Parfum, 95 ml
Preço sugerido: R$ 199

Família olfativa: Amadeirado Aromático
Notas saída: bergamota, absinto, cardamomo, acorde Blue Juniper e maça verde.
Notas de Corpo: violeta, gerânio, frésia, lavanda, hedione e sálvia.
Notas de fundo: vetiver, patchouli, baunilha, sândalo, cedro e musk.


Antitranspirante aerossol 75 g,
Preço sugerido: R$ 27,90

terça-feira, 18 de julho de 2017

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