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Opinião

Notas da coluna ARGUMENTOS, quinta-feira, dia 24 de maio de 2018.

Saída

Estácio mobile

O relações públicas da PM jogou o boné. Na verdade a boina. Trata-se do Capitão PM Alex Sandro, que em comunicado informou estar se desligando do cargo. Oriundo dos cursinhos preparatórios, fez uma revolução na comunicação da PM. Deixará uma lacuna.

 

Foro

Segundo o comunicado, o militar disse ter pedido uma nova função ao comandante geral por questões pessoais. Fala-se que pode estar ligado a tratamento de saúde de um familiar. A coluna deseja toda sorte.

 

Frente

Representantes do “Movimento Povo que Luta”, de Oiapoque, foram recebidos pelo governador Waldez e equipe para dialogar sobre demandas locais em setores como educação, infraestrutura, saúde e agricultura.

 

Audição

Durante o encontro, apresentam as reivindicações aos gestores de diferentes pastas e têm a oportunidade de identificar o andamento de cada uma das demandas apresentadas, dentro das atribuições do Estado.

 

Cenário

Para o GEA, boa parte das reivindicações apresentadas pelos membros da sociedade civil organizada está em trâmite ou sendo solucionada. Waldez disse que apesar da crise não deixou de ajudar o município.

 

Descaso

Anunciado como a solução para o setor de mineração do Amapá após o desabamento do Porto da Anglo, este píer flutuante, chamado de “Jack Up”, custou R$ 130 milhões, mas está abandonado. A estrutura já foi parcialmente dilapidada por vândalos e agora ameaça adernar, ou seja, afundar ‘de lado’. Chamem o papa!

 

Águas

Para observadores distintos sobre o fenômeno das “terras caídas” que afeta a Costa do Amapá, existe barulho demais. Entre essas pessoas, está o empresário Edyr Pacheco, entusiasta dos esportes náuticos. “Isso existe desde que o mundo existe”, argumenta Pacheco, que alega ser mais do mesmo.

 

Estranho

Mas para quem mora em localidades como o Arquipélago do Bailique, um dos mais afetados com a queda de barreiras, não é bem assim. Seu “Julico”, por exemplo, diz que o que está acontecendo nos últimos anos não é normal, passou da conta, e está afetando outras comunidades de toda a região costeira.

 

Teoria

Para essa liderança do Bailique, a explicação é a criação de novos reservatórios para as usinas hidrelétricas. “Prenderam a água lá em cima e o Rio Amazonas com suas marés fortes tomou conta, invadindo o Araguari fazendo a Foz mudar de posição”, diz o morador, seu “Julico”.

 

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