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Opinião

Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, 14 de outubro de 2020.

Na fronteira

A coluna de hoje é temática. Estivemos em Oiapoque no fim de semana, para cobrir um evento importante para o processo de retomada da economia do estado e sua gente. Uma feira gastronômica, chancelada pelo Sebrae e que movimentou bastante a cadeia produtiva do turismo, um dos setores mais afetados pela pandemia.

A estrada

Uma das primeiras observações de quem se aventura – literalmente – em viajar de carro de Macapá a Oiapoque é sobre as condições da estrada, em seus quase 600 quilômetros. A gente não vê a hora de ver todo o trecho já asfaltado, pois os 100 quilômetros de terra são um verdadeiro tormento, mesmo com máquinas do DNIT fazendo a manutenção.

Sem acesso

Encontramos a fronteira fechada devido a pandemia. A ponte binacional sobre o Rio Oiapoque está lá imponente e muito bonita, mas não conecta pessoas, cargas ou qualquer outra atividade. Só em casos de emergência os fiscais da aduana e da polícia federal permitem que se passe de um lado para o outro, devidamente autorizado e justificado pelas autoridades sanitárias.

Deu ruim

Para ser mais específico, saindo de Macapá, se acessa as seguintes cidades no asfalto: Porto Grande, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Pracuúba (entrada do município), Amapá e Calçoene. O trecho de terra equivale mais ou menos a 110 quilômetros. Mas tem uns 20 km que o inverno anterior deixou marcas terríveis e muitos buracos.

Pela visão

O programa Mais Visão Amapá já realizou em pouco mais de 30 dias quase dois mil atendimentos, entre consultas, exames e cirurgias de catarata e pterígio (carne crescida), em pacientes que aguardavam o procedimento através do Programa de Tratamento Fora de Domicilio. Na foto o evento de 1º mês de cirurgias.

Feira expressa

A Feira de Produtos do Campo teve formato estilo “Drive Thru” em Oiapoque, com entrega no veículo, acontece em frente à Praça Central onde 15 estandes foram montados para os próprios produtores.

Rapidinhas

CULTURA – O cadastro cultural dos artistas para fins de recebimento do auxílio emergencial no valor de R$ 600 se encerra na próxima quinta-feira, 15, de acordo com informações da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).
VALORIZAÇÃO – Até então, a data limite para cadastros da “Lei Aldir Blanc” era 17 de setembro, mas foi prorrogada para atender todos os artistas, principalmente os do interior do Amapá que têm dificuldades em acessar o sistema eletrônico de inscrições.
VALORES – O auxílio emergencial será dividido em cinco parcelas de R$ 600, anteriormente eram três, mas o benefício foi estendido para mais duas parcelas, aos trabalhadores da Cultura.
LIMITES – O auxílio para manutenção de espaços, pequenas empresas e organizações comunitárias varia entre R$ 3 mil e R$ 10 mil.
EDUCAÇÃO – O Governo do Amapá, através da Secretaria de Estado da Educação, assinou um termo de cooperação técnica com o Ministério Público para manutenção das práticas pedagógicas restaurativas dentro das escolas, programa Educação para a Paz.
MOTE – O programa incentiva a promoção da vida, da cultura da paz, da solidariedade e da não discriminação com a valorização do diálogo. E a dignidade da pessoa humana.

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