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Aeronave operacional do Batalhão de Aviação do Exército, durante ação em Oiapoque | Fotos: RP/22ª Bda Inf Sl
Amapá

Exército utiliza helicóptero para substituir geradores nas matas do Amapá

Cleber Barbosa, da Redação

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A Brigada Foz do Amazonas (22ª Bda Inf Sl), com o apoio de um helicóptero do 4º Batalhão de Aviação do Exército (BAvEx), de Manaus, realizou a troca de dois geradores de energia no destacamento de Vila Brasil-AP, que pertencem ao Comando de Fronteira Amapá, portanto uma força amiga para a comunidade dos arredores. O transporte do material foi realizado em carga externa devido às dificuldades de acesso ao local. Mas até chegar àquela distante localidade, os equipamentos percorreram um longo caminho, rodoviário e fluvial, até Macapá, depois por terra até Oiapoque e de lá transportado de helicóptero para a fronteira no extremo norte.

O general Luís Gonzaga Viana Filho, atual comandante da 22ª Brigada, diz que esse apoio logístico foi fundamental para a consolidação do transporte dos geradores e foi detidamente planejado, com muita antecedência. O emprego desses meios passou por estudos e a mobilização material e de pessoal técnico especializado. “Além de garantir o apoio a ações operacionais, como nas missões de permanente vigilância e combate aos crimes transfronteiriços, como tráfico e o descaminho, o Exército representa ali a última ação de presença do Estado brasileiro nessa inóspita fronteira do nosso país, em plena área do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque”, diz o militar.

Fronteira

A 1ª Companhia Especial de Fronteira (Clevelândia do Norte/AP), subunidade ligada ao 34º Batalhão de Infantaria de Selva, em Macapá, possui esse destacamento em Vila Brasil. O deslocamento até este local pode ser feito por meio de aeronave de asa rotativa ou por meio fluvial, na calha do rio Oiapoque. No período da seca, que se estende até o mês de dezembro, a navegação é feita com grande cautela, em função da natureza pedregosa do leito do rio Oiapoque. Além da dificuldade da época do ano, é necessário realizar o transbordo da carga e das embarcações nas regiões conhecidas como “Grand Rochele” e “Salto do Caxiri”. O trecho entre a Companhia e o Destacamento, de aproximadamente 100 quilômetros, é vencido em cerca de 8 horas de extenuante viagem.

Acompanhe vídeo com parte da operação de transporte do gerador

Mais imagens da operação do Exército Brasileiro em Vila Brasil

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