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O deputado federal Marcos Reátegui (PSD-AP), que atuou nas articulações para a abertura da unidade do Amapá
Amapá

Reátegui diz que Hospital de Amor fecha mandato com ‘chave de ouro’

O deputado federal Marcos Reátegui (PSD-AP) era um dos mais eufóricos políticos na festa de inauguração do Hospital de Amor de Barretos, em Macapá, no fim de semana. Ele era o coordenador da Bancada Federal no Congresso Nacional, em 2015, quando iniciaram as tratativas com o Hospital do Câncer de Barretos para a abertura de uma unidade no Amapá. “Muitos consideravam uma utopia, de fato era, mas era preciso acreditar no projeto e vencer uma a uma todas etapas até a consolidação”, diz ele.

O parlamentar destaca a especificidade da unidade inaugurada no Amapá, voltada à prevenção e diagnóstico precoce da doença. “O diagnóstico preciso e antecipado, juntamente com o tratamento eficiente, são fatores decisivos no combate ao câncer. O Hospital do Amor Amapá é fundamental na resolução dos problemas referentes à doença no estado”, diz o parlamentar.

Marcos Reátegui não conseguiu a renovação de seu mandato nas eleições deste ano, mas diz que não arredou um milímetro da motivação e mobilização para concluir os projetos iniciados nestes quatro anos, entre eles o Hospital de Amor e o Hospital Universitário. “A luta foi incansável. Estamos agora colhendo os frutos de muita dedicação e trabalho! A Unidade do Hospital do Amor no Amapá é uma meta concretizada; fechamos com chave de ouro”, sublinhou.

Ele também explicou que até mesmo a mudança da nomenclatura da nova unidade tem uma filosofia voltada à humanização dos pacientes. “Atendimento na Unidade do Hospital do Amor no Amapá será humanizado. Estrutura oferecerá conforto e equipamentos de ponta”, reforça.

O deputado parabeniza aos senadores Capi, Davi e Randolfe; aos deputados Abdon, Janete, Roberto, Marcivania e Cabuçu, que destinaram, cada um, R$ 1,9 milhão, valor esse, que somado aos R$ 14 milhões de emendas que alocou como coordenador, permitiram que se concretizasse o sonho dos amapaenses poderem se tratar do câncer no próprio Estado.

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