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Economia

Juros do empréstimo pessoal tem leve queda em abril, aponta Procon

Pesquisa de taxa de juros realizada pela Fundação Procon de São Paulo – onde ficam os principais bancos do país – , órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, em 3 de abril, revela que a taxa de juros do empréstimo pessoal teve leve queda; o cheque especial não apresentou alteração. Fazem parte da pesquisa os seguintes bancos: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander.

Empréstimo Pessoal – a taxa média dos bancos pesquisados foi de 6,17% a.m., 0,03 ponto percentual menor em relação ao mês anterior, que foi de 6,20% a.m.
A única alteração foi promovida pela Caixa Econômica Federal, que reduziu sua taxa de 5,70% para 5,50% a.m., representando uma variação negativa de 3,51% em relação à taxa de março.

Cheque Especial – a taxa média dos bancos pesquisados foi de 13,40% a.m., mesmo percentual do mês anterior, em função do arredondamento de casas decimais. A taxa média de março foi de 13,402% a.m. e, neste mês, foi de 13,398% a.m., devido à redução da taxa do Banco Itaú.
O Banco Itaú alterou a taxa de cheque especial de 12,91% para 12,89% a.m., o que significa um decréscimo de 0,02 ponto percentual, representando uma variação negativa de 0,15% em relação à taxa de março.

Veja o quadro comparativo:

Bancos                           empréstimo       cheque 
Banco do Brasil                     5,24%             13,09%
Bradesco                                 6,22%             13,33%
Caixa Econômica                   5,50%            13,55%
Itaú                                           6,27%            12,89%
Safra                                         5,90%            12,60%
Santander                                7,89%            14,93%

Confira a pesquisa completa.
Apesar de constituir-se em uma saída rápida para os problemas de finanças do consumidor, deve-se sempre ponderar muito bem o custo/benefício da utilização desses serviços de crédito. É importante ressaltar que os custos finais para o bolso do consumidor estão muito acima de qualquer rendimento, que poderia ser obtido em diversas modalidades de aplicações financeiras, como por exemplo a poupança.

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