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Turismo

Como é o maior navio de cruzeiro do mundo, o Symphony of the Seas

Adriana Setti
Viagem&Turismo

Novo rebento da Royal Caribbean, o Symphony of the Seas mede 362 metros de comprimento e custou US$ 1,5 bilhão. Assim como o Harmony of the Seas, lançado em 2016, ele é quase do tamanho do Empire State Building de Nova York deitado. No entanto, supera seu antecessor em 1,1 tonelada de arqueação bruta – ou seja, é um tiquinho mais volumoso. Vendo os dois gigantes lado a lado, você não seria capaz de detectar a diferença. Mas quem se importa com isso? Maior navio de cruzeiros do mundo, com capacidade para 5.518 hóspedes em ocupação dupla nas suas 2.759 cabines (e 6.670 com lotação máxima, incluindo bi-camas e afins), o 25o integrante da frota da armadora americana zarpou do porto de Barcelona dia 7 de abril para sua viagem inaugural. Recheado de inovações tecnológicas, além de espetáculos, atrações e restaurantes inéditos, ele navegará pelo Mediterrâneo até outubro e, a partir de novembro, fará a rota entre Miami e o Caribe.

The Ultimate Abyss, o tobogã mais alto dos oceanos, é um dos superlativos do maior navio de

cruzeiro do  mundo (Cássio Leitão/Arquivo pessoal)

Batalha laser e superproduções

Quarto navio da classe Oasis da Royal Caribbean, que vem agregando “maiores do mundo” desde 2009 (quando foi lançado o Oasis of the Seas), o Symphony of the Seas não é muito diferente de seus irmãos. Mas ele traz algumas novidades de peso. O upgrade nas atrações vem em forma de uma arena de Laser Tag, espécie de videogame ao vivo em que duas equipes de jogadores se enfrentam com armas de raio laser na batalha pelo Planeta Z.

Central Park, um dos espaços mais bacanas do navio, com 12 mil plantas de verdade e restaurantes

incrementados (como o Jamie’s Italian) (Adriana Setti/Arquivo pessoal)

No gigantesco Royal Theatre, está em cartaz uma versão reciclada do espetáculo Hairspray, um musical da Broadway inspirado nos anos 1960 e vencedor de oito prêmios Tony, o Oscar do teatro americano (no Brasil, a peça foi protagonizada por Edson Celulari e Danielle Winits). A partir de maio, os passageiros também poderão assistir Flight, produção original da Royal Caribbean sobre a arte de voar, que contou com a consultoria do astronauta Clayton C. Anderson e contará com uma reprodução em tamanho real do avião com o qual os irmãos Wright levantaram voo em 1903. As duas montagens engrossam a programação, que já era um dos pontos fortes da classe Oasis. No espetáculo de patinação no gelo, por exemplo, 40 drones fazem um balé sincronizado sobre o palco, enquanto no lado externo, no Aqua Theatre, atletas olímpicos de várias partes do mundo fazem um show de acrobacias aquáticas.

Mais atrações do Transatlântico

O espetáculo de patinação no gelo 1977, “A Thrilling Adventure On Ice”. Detalhe: por baixo da

pista congelada há uma tela gigante de alta resolução (SBW-Photo/Divulgação)

 

Entre os artistas, há atletas olímpicos de vários países (SBW-Photo/Divulgação)
O Aqua Theatre, onde acontece um show de acrobacias aquáticas profissionalíssimo, protagonizado

por atletas olímpicos de saltos ornamentais e nado sincronizado (SBW-Photo/Divulgação)

Perfect Storm, outro tobogã radical do Symphony of the Seas (SBW-Photo/Divulgação)

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