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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, dia 06 de dezembro de 2017.


História

O ministro Blairo Maggi disse que poderia até ter despachado pelos Correios o certificado do Amapá livre da febre aftosa em seu rebanho. Mas preferiu vir pessoalmente e transformar aquilo num ato, público, solene, afinal são quase 60 anos buscando isso.

Méritos

E o ministro, que é senador, aproveitou para fazer um reconhecimento aos esforços do estado, por meio de todos, poder público e iniciativa privada, em buscar esse reconhecimento. E colocação no mercado.

Mercado

Blairo Maggi disse que agora que o dever de casa foi feito por Amapá, Roraima e Amazonas, o Brasil deverá ser declarado livre da aftosa, em maio, na cidade de Paris. Perspectivas de competitividade, claro.

Fatos

Mas o ministro foi ‘provocado’, no bom sentido, na inauguração da Casa do Agro, pelo diretor Daniel Sebben. “No passado já recusaram sua presença aqui, mas hoje estamos estendendo um tapete vermelho”, disse.

Postura

Tem a ver com Capi, quando era governador. Ele sempre foi contra o agronegócio e quando governava o estado teria enviado emissários até Maggi para dizer que ele não era bem vindo. Que saia justa!

Desabafo
O deputado Júnior Favacho (PMDB) quebrou o silêncio, reuniu farta documentação e foi para a tribuna da Assembleia fazer um pronunciamento sobre as acusações sobre o caso Zamin. Ele era o presidente da Alap à época da transferência da Anglo para a Zamin. Camilo pediu urgência e dava aval para o processo, disse o parlamentar.

No meio

Por falar em saia justa, o ministro Blairo esteve equidistante de querelas políticas locais, até porque estava sentado entre Waldez e Davi na cerimônia de ontem. Foi simpático, cordato, diplomático, em que pese ter sido colega e contemporâneo de Waldez, quando governou o Mato Grosso.

Atirando

Mas o ímpeto de Davi, talvez até movido pela juventude e inexperiência, o fez sair do tom no discurso. Não só evitou fazer qualquer referência aos feitos da atual gestão, como espetou: – Temos que reconhecer os feitos, não deste governo, mas dos que o antecederam! Depois repetiu a provocação. Sem necessidade…

Resposta

Já Waldez, calejado, forjado na vida política por saber lidar com os adversários, nivelou por cima, dando de ombros. Na verdade sendo extremamente elegante. Num gesto de grandeza, rendeu homenagem ao pecuarista Salomão Alcolumbre, em memória. Era um tio de Davi.

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