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domingo, 10 de dezembro de 2017

NEY: “A Banda Kiss lançou as pinturas no rosto um ano depois do Secos & Molhados”

O cantor Ney Matogrosso e o jornalista Cleber Barbosa, durante gravação da entrevista | Foto: Mariléia Maciel
Cleber Barbosa
Da Redação

Um dos artistas mais autênticos do país – polêmico também – mas sem dúvida dono de um talento inquestionável e uma voz tida como entre as mais bonitas do mundo, o cantor Ney Matogrosso faz uma inédita apresentação em Macapá, na noite deste domingo (10) no Ceta Ecotel. Trata-se do show “Atento aos Sinais” que Ney vem percorrendo o Brasil e que incluiu o Amapá por considerar ser “o pedacinho que faltava” para dizer que esteve no país inteiro.
Na véspera de sua apresentação em Macapá, Ney Matogrosso recebeu alguns jornalistas para um bate-papo, um encontro descontraído em que deu mais detalhes do espetáculo e também falou da vida, da carreira, da Amazônia, sexualidade e, claro da conjuntura política do país.
O Blog do Cleber Barbosa gravou uma entrevista exclusiva com ele, cuja íntegra estará disponível apenas na nova edição da Revista Diário que chega às bancas nos próximos dias. Mas a gente adianta um assunto que ele também topou falar. Na verdade revelar. Tem a ver com as comparações que se fazia no começo de sua carreira, na banda Secos & Molhados, e as semelhanças das pinturas no rosto – uma das marcas do grupo – com as da famosa banda de rock Kiss.
À esquerda a banda brasileira Secos & Molhados e à direita a famosa Banda Kiss | Foto: Reprodução
Ney diz que a ideia das pinturas foi dele e que um empresário americano chegou a convida-lo a integrar o grupo Kiss, desde que topasse tocar “algo mais pesado”. O cantor explicou o porquê de decidir fazer as pinturas e depois permanecer no Brasil. “As pinturas era para preservar a identidade mesmo, decidi que queria ser artista, mas ter uma vida normal fora dos palcos, pois tinha presenciado uma cena do Roberto Carlos sendo atacado por fãs mais exaltados, ele ficou em pânico, afinal tem um problema físico como todos sabem e poderia até ter caído e se machucado”, diz Ney.
Sobre a Banda Kiss, diz que não topou, mesmo diante do forte assédio de empresários americanos, que chegaram a ir ao México onde a banda brasileira fez apresentações. “A pintura realmente chamava muito atenção e o nosso disco tinha alcançado uma grande vendagem e já tínhamos inclusive saído em uma revista americana. Mas realmente o que se viu foi a banda Kiss lançar seu disco e adotar as pinturas no rosto um ano depois”, conclui Ney.

2 comentários:

  1. Olá, Cleber! Sou fã do Ney, guardo tudo o que encontro sobre ele. Gostaria muito de ler a entrevista que ele deu aí em Macapá. Como posso fazer? Moro no interior de São Paulo. Grata.

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    Respostas
    1. Sem problema amiga, obrigado por sua leitura. Mande seu endereço no PV que a gente despacha a revista assim que chegar da gráfica ok?

      O editor

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