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domingo, 26 de novembro de 2017

TURISMO | Novo secretário de turismo vai debater oferta de vôos para o Amapá

O novo titular da Setur (Secretaria Estadual do Turismo), Vicente Cruz, participou de um debate com técnicos e empreendedores do turismo local neste domingo, por meio de conferência digital em um canal na internet. Na ocasião, confirmou presença na próxima quarta-feira, em Manaus, num encontro com as companhias aéreas brasileiras para debater a oferta de vôos para a Amazônia.
Será por ocasião do FORNATUR Norte, colegiado que reúne os secretários e dirigentes estaduais do turismo, quando Vicente estará se reunindo com representantes das empresas áreas para debater a oferta de voos na Região Norte, em especial para Macapá.
O turismologo Sandro Bello, um dos mais respeitados técnicos em atuação no mercado local, diz ser válido o diálogo, mas reforça ser importante que a representação do Amapá leve uma proposta concreta, formatada. "Caso contrário ficará apenas no debate. Esse tipo de diálogo já ocorre há 12 anos. Mesmo assim desejo sucesso", disse ele.

Cobrança
Turismólogo Sandro Bello
O secretário demonstra saber que o transporte aéreo é um dos maiores gargalos para o incremento do turismo no estado e diz ser importante dialogar sim, mas com posições firmes. "O setor de transportes aéreo postula vantagens fiscais que quase sempre são concedidas, ocorre que  eles depois deixam de operar e aumentam a oferta para o sul e Nordeste. O histórico é esse", diz Cruz.
Por fim, o secretário diz que as estratégias tem que visar as garantias do cumprimento dos acordos por parte das empresas aéreas. "O mercado não nos favorece", completa.
Sandro Bello acrescenta ainda que hoje apesar da recessão econômica a ocupação de acentos nas aeronaves chegando e saindo do estado é altíssima. "Caberia a inserção de novos voos. Mas para o montante do mercado representamos uma parcela pequena, além disso, a tributação é altíssima e recordista no território nacional", conclui.

Querosene

A perda local seria de pouco mais de R$ 100 mil reais/ano em se mantendo o atual nível de consumo de QAV. "Entretanto, com a redução da alíquota é evidente que o consumo poderia se expandir e a arrecadação aumentar. Há vários cases que exemplificam isso: se reduz imposto e aumenta a arrecadação por conta da ampliação do mercado", diz o turismologo.

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