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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

POLÍTICA | Deputado do Amapá palestra na Cúpula Mundial de Hepatites em São Paulo

Durante seu pronunciamento, a imagem do parlamentar do Amapá é projetada no telão
O deputado federal Marcos Reátegui (PSD-AP), que preside a Frente Parlamentar de Combate às Hepatites Virais, participa em São Paulo da abertura da Cúpula Mundial de Hepatites 2017 – World Hepatitis Summit, em parceria com as Nações Unidas. Um dos destaque do evento foi o anúncio pelo ministro da Saúde, Ricardo Bastos, de um Plano Nacional para Eliminação da Hepatite C até 2030. O evento — que reúne ministros da Saúde, especialistas em saúde pública e ONGs — foi palco para a discussão da necessidade da eliminação das hepatites virais em todo o mundo.

Marcos Reátegui em demais lideranças presentes ao evento em São Paulo
A expectativa é que o plano trate 657 mil pessoas no Brasil. “O projeto de eliminação da hepatite C no Brasil é viável e já está em curso. Somos um dos primeiros países a colocarem em prática a proposta em discussão para o mundo”, afirmou Bastos.

“Atualmente, dos 155 mil pacientes notificados, metade já foram ou estão em tratamento. Além disso, iremos aumentar a testagem e diagnóstico da doença em toda a população. A expectativa é distribuirmos ano que vem o dobro de testes que distribuímos esse ano. Serão 12 milhões de testes para diagnóstico da doença”, ressaltou o ministro da Saúde do Brasil.

A estimativa de tratar 657 mil pessoas é menor do que a anterior, de 1,6 milhão de casos, e surgiu após revisão dos números, sob o apoio do Observatório Polaris, da Fundação Center for Disease Analysis (CDA), nos EUA, e da parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Com isso, a meta do Ministério da Saúde agora é tratar todos os pacientes diagnosticados, além de apresentar novas iniciativas para testar o máximo de pacientes.

“Assim como ocorreu com relação à epidemia de HIV, o Brasil está determinado a ser líder mundial na luta contra a hepatite C. Nosso plano de eliminação significa que, até 2030, a hepatite C não será mais uma ameaça à saúde pública no Brasil”, afirmou Adele Benzaken, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

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