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terça-feira, 28 de novembro de 2017

LOGÍSTICA | Ainda falta R$ 1 bilhão para concluir asfaltamento da BR 156, diz DNIT

Muita gente que passa pela principal rodovia federal do Amapá neste verão amazônico se pergunta o porquê de nenhuma máquina estar pavimentando a estrada – considerada a mais antiga BR em construção no país. Pelos cálculos do DNIT, o dinheiro que falta para construir está em falta.
Atualmente a pavimentação da rodovia federal mais importante do Amapá chegou a Calçoene | Foto: DNIT
Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

M ais uma estação do verão amazônico está em curso e quem passa pelas rodovias federais do Amapá se pergunta por que nenhuma máquina está na estrada adiantando as obras de pavimentação. Então quem tem autoridade para falar sobre o assunto é o DNIT, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, representado no Amapá pelo superintendente Fábio Vilarinho, que falou ao Blog do Cleber Barbosa nesta sexta-feira.
Segundo o executivo, terminar a BR 156 de Laranjal do Jari a Oiapoque custa hoje R$ 1 bilhão, dinheiro que o órgão não dispõe. “Mas não estamos parados, faremos por parte, mas vamos concluir essa obra, que é vital para o desenvolvimento deste pedaço de Brasil, aliás onde começa o Brasil segundo indica o obelisco histórico que existe lá na fronteira, em Oiapoque”, diz Vilarinho.
Indagado sobre o que será possível avançar ainda neste verão de 2017 ele diz que está dependendo apenas da aprovação do projeto executivo para a conclusão do trecho entre Calçoene e a comunidade do Carnot, no trecho Norte da BR 156. “Faltam apenas dez quilômetros para a gente fechar essa etapa e se tudo der certo poderemos concluir essa pavimentação até o final do ano”, diz ele.
Já o trecho Sul – Macapá a Laranjal do Jari – foi dividido em quatro lotes, sendo que o primeiro será o lote 4, entre o Km 21 e a vila Rio Vila Nova. “Este lote está a cargo da Secretaria Estadual dos Transportes, conforme convênio de delegação com o Governo do Amapá”, diz Fábio Vilarinho. A obra já foi licitada, o dinheiro já foi liberado e até a ordem de serviço foi emitida.

MANUTENÇÃO
Fábio Vilarinho diz que mesmo com as limitações orçamentárias, o órgão tem sim editado avanços importantes, não só com a construção de estradas ainda sem pavimento, como na restauração e recuperação dos trechos já asfaltados. “A restauração da BR 156 até o Rio Tracajatuba, levou sete anos, ao custo total de R$ 198 milhões”, diz ele. Essa obra está a cargo da empresa Tríer Engenharia, a mesma que ficou com a responsabilidade pela duplicação da BR 210, em Macapá.

DUPLICAÇÃO
Fábio Vilarinho diz ter estado com a direção nacional do DNIT na última quarta-feira, acompanhado do deputado federal Vinícius Gurgel (PR-AP), quando trataram da conclusão da obra de urbanização da BR 210, em Macapá. A obra entra na fase final, com o projeto de iluminação. “Vamos iniciar essa obra este ano, com a instalação de quatro passarelas e a instalação de postes de led, uma obra de alta qualidade, orçada em R$ 11 milhões”, anuncia o superintendente.

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