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sábado, 12 de agosto de 2017

Vice-governador Papaléo Paes participa da inauguração de usina de etanol a partir do milho

Na manhã desta sexta-feira, 11, segundo dia do 15º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, em Cuiabá-MT, o vice-governador do Amapá, Papaléo Paes, participou da inauguração da primeira usina, no Brasil, a produzir etanol a partir do milho. A solenidade de inauguração da usina reuniu o presidente do Brasil, Michel Temer, os governadores dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal e outras autoridades, na cidade mato-grossense de Lucas do Rio Verde.
A usina será gerenciada pela FS Bioenergia, empreendimento resultante da união entre a empresa brasileira de agronegócio Fiagril Participações e a gestora americana Summit Agricultural Group.
O governador de Mato Grosso, Pedro Taques, mencionou que o seu Estado é o principal do Brasil na produção do cereal. “A expedição da licença ambiental foi em prazo mínimo, respeitando as regras, respeitando os incentivos fiscais. A usina vai consumir, inicialmente, 600 mil toneladas de milho das 30 milhões que produzimos anualmente. Esse investimento vai gerar emprego, renda, arrecadação de ICMS, para que possamos construir mais escolas, hospitais e investir em demais áreas beneficiando a população e a Amazônia como um todo”, salientou o anfitrião.
O vice-governador Papaléo Paes destacou que a implantação de um empreendimento desse porte para produção de biocombustível em um dos Estados da Amazônia Legal, “contribui ainda mais no trabalho integrado da força-tarefa no desenvolvimento sustentável da região e serve de exemplo para os demais membros, para que, assim como Mato Grosso, se tornem cada vez mais atrativos aos investidores”.
A usina
O empreendimento possui 38.911 m² de área construída e a capacidade inicial de produção é de 240 milhões de litros de etanol por ano, 186 mil toneladas de farelo de milho e 7 mil toneladas de óleo de milho. Ainda irá gerar energia elétrica proveniente de biomassa para suprir a sua necessidade energética. A produção excedente será comercializada.
Quanto à utilização de água, a usina terá um circuito contínuo que possibilitará a reutilização do recurso no ciclo de produção.

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