Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura, política e empreendedorismo.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

TURISMO | Orla de Macapá, um 'point' de convergência para a cidade.

Um dos lugares mais frequentados da capital do Amapá é a frente da cidade, margem do Amazonas, o maior rio do mundo. Todas as tribos, por assim dizer, se encontram por lá.
A orla da cidade de Macapá está entre os pontos turísticos mais visitados da capital do Amapá. E isso vale tanto para os moradores do lugar como para os muitos turistas que visitam o estado.

Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

E la é praticamente uma unanimidade entre os moradores da cidade ou mesmo entre turistas. A orla da cidade de Macapá é um ponto de convergência, para onde todo mundo quer ir, seja para praticar exercícios, fazer piquenique, namorar, ouvir música, ler um livro ou simplesmente contemplar.
Sim, existe também essa modalidade de turismo, o de contemplação. Motivos – e atrativos naturais – não faltam, afinal estamos falando da margem esquerda do maior rio do mundo, ao lado da maior fortificação portuguesa do período colonial do Brasil. Ah, sim, e a praça do entorno é conhecida como ‘Lugar bonito’.
Os guias de turismo dizem não ser raro observar turistas se emocionando só pelo fato de estarem ali, vislumbrando o famoso rio/mar, reconhecido mundialmente como gigante não só pelo volume de água, mas também pela extensão. “E tem gente que se impressiona com a largura dele, querendo confirmar se não é o oceano”, diz o guia Marcelo Sá, que ainda integra a turma que curte esportes radicais, outra atração local que garante um colorido a mais na paisagem, com a turma do skate, jet ski e kitesurf, entre outros. Os fins de tarde são repletos de praticantes dessas modalidades, além de famílias inteiras se encontrando.

História
E já que estamos falando do rio Amazonas, nunca é demais lembrar que nas cheias das marés ele costuma transbordar, ante a força das águas e também pela forcinha dada pelo forte vento que sopra lá. Nessas horas, quem caminha ou faz corridas pela orla costuma tomar bons sustos. Na verdade dão boas risadas, e é comum ver famílias inteiras estacionando o carro ali próximo só pra ver o espetáculo – e lavar o carro de graça. Gostou? E tão anote aí o endereço: na esquina do rio mais belo com a Linha do Equador, como nos ensina o poeta Zé Miguel.

Curiosidades
O  rio Amazonas foi descoberto em 1500, por Vicente Yañez Pinzón, que lhe deu o nome de Mar Dulce. Em 1532, Francisco Orellana, homem que fez a primeira descida no rio, trocou o nome para Amazonas. Ele nasce na Cordilheira dos Andes, junto ao vulcão Misti, no Peru, a 4 mil metros acima do nível do mar. Até há pouco tempo, pensava-se que o Nilo fosse o maior rio do mundo em extensão. No entanto, graças a técnicas de monitoração por satélite, agora sabe-se que o Amazonas é maior, com 7.025 quilômetros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Contribua conosco!

PUBLICIDADE