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quarta-feira, 14 de junho de 2017

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, dia 14 de junho de 2017.



Defesa

A nova fase da Operação Cabo Orange pelo Comando de Fronteira Amapá foi fechada no fim de semana e considerada um sucesso. O objetivo era intensificar a presença do Estado na região fronteiriça do Amapá, particularmente no município do Oiapoque.

Pelo ar

A ação, coordenada pelo 34º BIS, empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM).

Agências

A operação teve apoio da Marinha (Capitania dos Portos), da Agência Brasileira de Inteligência, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Receita Federal, do Ibama, da Sefaz, das Polícias Civil e Militar.

Eficaz

Falando à coluna, o coordenador da operação, coronel Robson Mattos, destacou modelo ‘interagências’ que permite estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a concentração de esforços.

Estratégia

Em suma, se o crime é organizado, cabe ao Estado brasileiro, através dessas inúmeras agências federais e estaduais, unir esforços para o enfrentamento. A base é a troca ou compartilhamento de informações.

Cuidados
Um novo feriadão se avizinha e muita gente faz planos para pegar a estrada com seu carro.
A coluna então sugere a leitura das cinco dicas dadas por um especialista para evitar acidentes e outros aborrecimentos. É só passar em nossa página na web, digitando www.cleberbarbosa.net.

Educação

Os professores da Escola Visconde de Mauá do SESI, participaram da segunda formação continuada de aperfeiçoamento técnico-docente na área da Inclusão. O objetivo da atividade é capacitar os profissionais da instituição para desenvolver trabalho pedagógico adequado às necessidades.

Dinâmica

Na ocasião foram abordados assuntos como, definição dos conceitos de ensino e de aprendizagem além de aspectos neurológicos, estilos e estratégias de aprendizagem. A formação faz parte do projeto “Me inclua nessa”, desenvolvido pelo Núcleo de Educação Inclusiva (NEI) da Escola além de outras atividades.

Máxima

De acordo com a coordenadora do NEI, Aline Barboza, a atividade é de extrema relevância. Ela justifica que, por meio de ações de aperfeiçoamento é possível sensibilizar os professores para o pleno exercício de uma educação inclusiva orientada pelos pressupostos filosóficos.

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