Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura, política e empreendedorismo.


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Notas da coluna ARGUMENTOS, terça-feira, dia 04 de abril de 2017.


Ofício
O professor universitário e jornalista Gustavo Barbosa tem de bate-pronto uma resposta para indagações sobre a contrapartida social da profissão: “Como não estou atuando na imprensa, mas formando os futuros comunicólogos, repasso o jornalismo ético a eles”.

Viagem
Deputado Cabuçu Borges acaba de retornar de uma viagem à China, onde foi a convite do Partido Comunista Chinês. Disse ter ficado impressionado com o atual modelo político, o “Capitalismo Social”.

Debate
A Aula Magna que a Faculdade Estácio promove nesta terça-feira destina toda atenção a um tema mais que atual, a segurança pública. “Comunicação Social e Segurança Pública” será o tema da conferência.

De casa
O deputado Vinícius Gurgel ganhou até uma camisa vermelha com o distintivo do Corpo de Bombeiros e seu nome bordado no peito. Tem apoiado a instituição com diversas obras estruturais com emendas.

Bom dia
O prefeito de Santana, Ofirney Sadala, faltou ontem a uma entrevista ao vivo às 6 da manhã à TV Amapá, filiada à Globo. Deixou impressão negativa com o ‘bolo’ e um trabalhão aos jornalistas para tapar o ‘buraco’.

No rádio
O pesquisador Admilson Torres, do Iepa, nos estúdios da Diário FM no fim de semana. Ele falou detalhadamente a respeito do fenômeno das “terras caídas” que assola o Arquipélago do Bailique. Mais que isso, das mudanças no meio ambiente amazônico, como o assoreamento do Rio Araguari.

Professora
Cientistas locais de renome, como Valdenira Ferreira dos Santos, advogam a tese de que as mudanças ambientais no meio ambiente amapaense são irreversíveis. “A foz do Araguari, por exemplo, já recuou mais de 80 quilômetros, perdendo a guerra com o rio Amazonas”, diz a pesquisadora.

Geólogo
O geólogo Antônio Feijão, diz que não há um culpado, mas vários. Desde a pecuária, a irrigação artificial e, claro, os três reservatórios para funcionamento de usinas hidrelétricas num mesmo curso d’água. “Os lagos e furos de antes hoje são novos e gigantescos rios, o que prova como a pororoca chegou ao fim”, diz.

Biólogo
Já o biólogo Antônio Carlos Farias, o terceiro ouvido na série de entrevistas que o programa Conexão Brasília realiza, alerta para outro drama: a salinização. Sim, na guerra por espaço, o enfraquecido Araguari recua ante a força do Amazonas e do Oceano Atlântico. Desequilíbrio.

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