Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura, política e empreendedorismo.


domingo, 23 de abril de 2017

Notas da coluna ARGUMENTOS, sexta-feira, dia 21 de abril de 2017.

Capital
Conforme a coluna adiantou ontem, o governador Waldez cumpriu extensa agenda oficial em Brasília. Foi ao líder do governo, senador Romero Jucá, tratar do processo de reversão dos servidores para a União. Levou junto lideranças sindicais dos urbanitários.

Empatia
O senador peemedebista disse que os dois estados possuem demandas comuns, afinal foram transformados em estado juntos. “Somos irmãos siameses, portanto os problemas do Amapá também são nossos”, disse.

Democracia
O deputado Roberto Góes, do PDT, que também preside a Federação de Futebol do Amapá, disse à coluna ser legítimo que o Congresso Nacional tenha bancadas por área de afinidade ou atuação, como a da bola.

Representativa
Mas o parlamentar amapaense disse que antes de olhar para o desporto, representa os interesses do estado e de sua população. “O Amapá vem antes de qualquer outro interesse, por isso estamos aqui”, disse ele.

Talento
Wander Azevedo, atual secretário da Representação do Amapá em Brasília, mosgra-se um zeloso auxiliar do Setentrião. Habilidoso e conciliador, usa até de diplomacia para o GEA se fazer ouvir. Vai bem o cara.

Ao José
Confraternização ontem no escritório de Sarney em Brasília. É que faz aniversário na próxima segunda-feira, mas já vem recebendo cumprimentos desde já, como desse grupo que tinha Waldez Góes, o secretário Wander Azevedo e sindicalistas da classe dos urbanitários.

Oiapoque
Você conhece a Dança do Turé? Pois então saiba que é o principal símbolo de identidade dos povos do Vale do Uaçá – no extremo norte amapaense. E que foi uma atração à parte na programação cultural do II Fórum Indígena promovido pelo governo do estado ontem na Aldeia do Manga.

História
Este evento era alusivo ao Dia do Índio, comemorado no dia 19 de abril. De acordo com o indígena Sérgio dos Santos, pertencente à etnia Karipuna-Marworno, nas gerações anteriores, a Dança do Turé era feita por seus ancestrais somente na primeira lua cheia do mês de outubro – período de verão.

Matiz
Segundo este representante que falou aos jornalistas, a cultura indígena explica que os antigos pajés mandavam organizar as festividades do Turé como forma de retribuição às curas de doenças e agradecimento pela farta agricultura. Ele é diretor do Museu dos Povos Indígenas.

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