Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura e política.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

MERCADO | Clube Coach vai realizar em Macapá o 1º Coach Experience Day


O objetivo é levar o público à reflexão pessoal e profissional para a conquista de suas metas


Os profissionais do Clube Coach do Amapá decidiram compartilhar com o público uma experiência transformadora que ajuda as pessoas a melhorarem diversos aspectos de sua vida como produtividade, inteligência emocional, respeito à diversidade, planejamento, organização, comunicação interpessoal, orientação para resultado e aperfeiçoamento contínuo. Por ser uma área inda não tão difundida no Estado do Amapá, os profissionais do clube coach pretendem maximizar o entendimento da sociedade amapaense quanto à nova profissão que está larga expansão no Brasil e no mundo, buscando desmitificar o que as pessoas enganosamente definem como autoajuda, terapia, mentoring e até mesmo de consultoria. No entanto, é necessário saber que Coach é um processo com foco 100% em soluções.

Esta experiência será apresenta durante a realização do 1º Coach Experience Day, que acontecerá no dia 8 de julho, no Villa Nova Shopping. Vai ser um dia inteiro de programação com palestras, oficinas e atendimentos de coach. Tudo para que o público possa compreender este novo processo de desenvolvimento humano.

Poderão participar do evento, pessoas de qualquer idade. Os interessados em participar de palestras, oficinas e atendimentos de coaching devem fazer inscrição no período de 15/06 a 08/07, no endereço eletrônico www.sympla.com.br/eventos/macapa-ap e levar 1 kg de alimento não perecível no dia do evento.

Todo alimento arrecadado será doado à entidade filantrópica do Estado do Amapá.



Confira a programação Oficial do evento:


1º Coach Experience Day
Data: 08/07/2017
Hora: das 10h da manhã até às18h
Local: Villa Nova Shopping

PROGRAMAÇÃO
10h - Abertura oficial
10h15 – Palestra: Coaching Conceitos e Fundamentos –
Palestrante: Marcionília Freire (Coach)
Local: Salão (2º piso Villa Nova Shopping)

10h15 – 11H45 Oficina: Planejamento Estratégico Pessoal com Técnicas de Coaching
Facilitadora: Luzete Góes (Coach)
Local: Sala Sebrae (2º piso Villa Nova Shopping)

11h – Oficina: Preparação para a Aposentadoria
Facilitadora: Ana Isabel Romano (Coach)
Local: Sala Marco Zero (2º piso Villa Nova Shopping)

11h15 – Palestra: Coaching para Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Palestrante: Cristiane Pereira (Coach)
Local: Salão (2º piso Villa Nova Shopping)

12h30 – 14h Intervalo para o almoço

14h - Reabertura
14h15 - Palestra: Profissional à prova de Crise
Palestrante: Iranei Lopes (Coach)
Local: Salão (2º piso Villa Nova Shopping)

14h15 – 15h15 - Oficina: Coaching para vestibulando
Palestrante: Ruimarisa Pena Martins (Coach)
Local: Sala Sebrae (2º piso Villa Nova Shopping)

14h15 – Oficina: Coaching para Concurso Público
Palestrante: Maicon Soares (Coach)
Local: Sala Marco Zero (2º piso Villa Nova Shopping)

14h – Atendimento individual
Local: Sala de vidro no 2º piso do Villa Nova Shopping
Coaches
- Ana Isabel Romano
- Cristiane Pereira
- Iranei Lopes
- Luzete Góes
- Leidiane Lamarão
Maiara Pires
- Marcionília Freire

17h – Palestra: Coaching para Carreira de Sucesso
Palestrante: Ruimarisa Pena Martins (Coach)

Local: Salão (2º piso Villa Nova Shopping)

quinta-feira, 15 de junho de 2017

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quinta-feira, dia 15 de junho de 2017.



Ipem

O Instituto de Pesos e Medidas está fiscalizando os produtos típicos mais consumidos nesta época do ano das festas juninas. A Operação “São João” visa fiscalizar peso, quantidade ou volume, se estão de acordo com as indicações fornecidas pelos fabricantes.

Amostras

Retirados exemplares de artigos comuns nas festas, como milho de pipoca, canela em pó, cravo-da-índia, noz-moscada, canjica e doces específicos, como pé-de-moleque, paçoca, totalizando 182 produtos.

Garantia

O Governo Federal autorizou o empenho de emendas parlamentares do deputado federal Vinícius Gurgel (PR/AP) para o município de Pracuúba. O aporte financeiro será investido obras de infraestrutura na cidade.

Ruas

Objetivo é melhorar o trafego de veículos e a locomoção dos pedestres que vivem em Pracuúba. Vinícius alocou R$ 435 mil para pavimentação, uma das principais reivindicações da comunidade.

Extensão

Unifap ofertará treinamento funcional, dança de salão, lutas, natação e hidroginástica para a comunidade acadêmica e sociedade em geral. Projeto inclusivo é do curso de Educação Física. Nota 10!

Hilário
Uma cena inusitada em plena hora do almoço, quando o trânsito trava e o sol aperta mais. E não é que o sujeito que viajava na carroceria desta picape arrumou uma sobra de palmeira em pleno centro da cidade? É claro que está errado transportar passageiro lá em cima, Mas valeu a foto!



Olha essa. Em Boston, nos Estados Unidos, se um morador achar um buraco na rua é só tirar uma foto dele e enviar para a prefeitura. A ordem é mandar arrumar logo a avaria na rua e, como satisfação ao contribuinte, o poder público envia uma foto de volta, com o reparo sendo providenciado.



Por aqui, no Amapá, quando populares chegam a tirar foto de buraco logo viram memes nas redes sociais. Claro que não fica barato, pois a galera acrescenta geralmente alguma placa junto, batizando o lugar com o nome do prefeito de plantão. Asfalto deve estar entre os maiores sonhos de consumo.

Acolá

Em algumas prefeituras do interior de São Paulo, já se ouviu falar de uma modalidade de pavimento que tem o custo compartilhado entre a administração pública e os moradores de cada lado da via. E a faturaé cobrada em parcelas, que chegam às casas em um carnê. Avanço!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

TURISMO | Saiba o que fazer em caso de ter sua bagagem extraviada

Em 2016, segundo informações da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o número de bagagens extraviadas ou entregues com atraso superou os 21 milhões. Este dado reflete uma das inúmeras situações que acontecem em viagens, seja de lazer ou a trabalho, e que podem gerar grande desconforto aos passageiros.
“Evitar completamente que estes incidentes ocorram nem sempre é possível, mas há certas atitudes que podem diminuir os riscos, como tirar as etiquetas de voos antigos e contratar um seguro viagem de acordo com as suas necessidades”, comenta Simone Libonati, Superintendente de Seguro Viagem da Zurich, companhia global de seguros.
Para amenizar os danos que o extravio de bagagem pode trazer ao passageiro durante uma viagem, a Zurich dá dicas valiosas:
  • Antes de despachar a bagagem, declare o valor estimado da mesma, pagando uma taxa da companhia aérea. Caso opte por essa opção, saiba que objetos de valor, como jóias, aparelhos eletrônicos ou medicamentos de uso continuo (acompanhado de receituário médico em inglês), devem ser levados na bagagem de mão, pois não são incluídos nesta declaração;
  • Confira o ticket de sua bagagem e verifique se os dados correspondem ao seu voo;
  • Contrate um seguro viagem para cobrir os imprevistos, inclusive os problemas com bagagens;
  • Evite despachar malas de grifes, elas costumam chamar muita atenção. Sendo inevitável utilize os serviços disponíveis em aeroportos, embalando sua bagagem;
  • Coloque identificação na mala, com nome e telefone e um cadeado;
  • Não atrase para fazer o check-in, quanto mais cedo for realizado, menos chances da mala ser extraviada;
  • Sempre guarde os recibos das mercadorias compradas durante a viagem, e tire uma foto com as compras dentro da mala. Em caso de extravio, guarde os recibos até a bagagem ser devolvida;
  • Leve uma troca de roupas na mala de mão e os principais acessórios para que seja possível aproveitar o destino imediatamente ao chegar.
Além de seguir estas dicas, é imprescindível agir rapidamente ao perceber que a bagagem não chegou na sala de desembarque. “O ideal é dirigir-se imediatamente ao balcão de reclamações da companhia aérea antes de deixar o desembarque e preencher o RIB - Registro de Irregularidade de Bagagem para viagens nacionais ou PIR - Property Irregularity Report para viagens internacionais, recomenda Simone Libonati.
O prazo para a empresa de transporte devolver os pertences perdidos durante os voos é de até 21 dias, em caso de viagens internacionais, e de 30 dias nos voos domésticos. “Caso este prazo seja ultrapassado, é possível pedir o ressarcimento do valor correspondente ao prejuízo. É dever da companhia aérea manter o passageiro prejudicado informado sobre o status do caso, o que acontece normalmente por meio do site da empresa”, garante a Superintendente de Seguro Viagem da Zurich.
No entanto, caso tenha contratado um Seguro Viagem, acione a Central de Assistência da sua Seguradora, eles poderão auxiliar monitorando a localização da bagagem pela companhia aérea.
No caso de não recuperação da bagagem, acione o ressarcimento do valor correspondente ao prejuízo na companhia aérea e posteriormente faça o pedido de análise de indenização para a Seguradora, encaminhando os documentos exigidos para a cobertura de bagagem para que a mesma possa analisar o seu pedido.
Conheça mais sobre os seguros viagem Zurich em seu Site Oficial

Sobre a Zurich
Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder multicanal que apresenta soluções para seus clientes e parceiros na esfera local e global. Com cerca de 54 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de serviços e produtos em Seguros de Vida e de Ramos Elementares em mais de 210 países e territórios. Entre os clientes da Zurich encontram-se indivíduos, pequenas e médias empresas, assim como grande empresas e multinacionais.  
O Grupo está sediado em Zurich, Suiça, onde foi fundado em 1872. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no Six Swiss Exchange e tem o Nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX.
Para mais informações sobre a Zurich, consultar www.zurich.com   

Sobre a Zurich no Brasil
A seguradora Zurich no Brasil soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 70 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado.

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, dia 14 de junho de 2017.



Defesa

A nova fase da Operação Cabo Orange pelo Comando de Fronteira Amapá foi fechada no fim de semana e considerada um sucesso. O objetivo era intensificar a presença do Estado na região fronteiriça do Amapá, particularmente no município do Oiapoque.

Pelo ar

A ação, coordenada pelo 34º BIS, empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM).

Agências

A operação teve apoio da Marinha (Capitania dos Portos), da Agência Brasileira de Inteligência, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Receita Federal, do Ibama, da Sefaz, das Polícias Civil e Militar.

Eficaz

Falando à coluna, o coordenador da operação, coronel Robson Mattos, destacou modelo ‘interagências’ que permite estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a concentração de esforços.

Estratégia

Em suma, se o crime é organizado, cabe ao Estado brasileiro, através dessas inúmeras agências federais e estaduais, unir esforços para o enfrentamento. A base é a troca ou compartilhamento de informações.

Cuidados
Um novo feriadão se avizinha e muita gente faz planos para pegar a estrada com seu carro.
A coluna então sugere a leitura das cinco dicas dadas por um especialista para evitar acidentes e outros aborrecimentos. É só passar em nossa página na web, digitando www.cleberbarbosa.net.

Educação

Os professores da Escola Visconde de Mauá do SESI, participaram da segunda formação continuada de aperfeiçoamento técnico-docente na área da Inclusão. O objetivo da atividade é capacitar os profissionais da instituição para desenvolver trabalho pedagógico adequado às necessidades.

Dinâmica

Na ocasião foram abordados assuntos como, definição dos conceitos de ensino e de aprendizagem além de aspectos neurológicos, estilos e estratégias de aprendizagem. A formação faz parte do projeto “Me inclua nessa”, desenvolvido pelo Núcleo de Educação Inclusiva (NEI) da Escola além de outras atividades.

Máxima

De acordo com a coordenadora do NEI, Aline Barboza, a atividade é de extrema relevância. Ela justifica que, por meio de ações de aperfeiçoamento é possível sensibilizar os professores para o pleno exercício de uma educação inclusiva orientada pelos pressupostos filosóficos.

terça-feira, 13 de junho de 2017

POLÍTICA | Deputada defende ensino de empreendedorismo na escola.


Entrevista com a deputada estadual Luciana Gurgel, do PRB, que anuncia a instalação de uma Comissão Permanente do Empreendedorismo no Parlamento Estadual.

TURISMO | Homenagem da ABAV pela passagem do Dia do Turista


TURISMO | Tarcísio Gargioni, da Avianca, recebe homenagem do Skål

Aristides de La Plata Cury; Tarcísio Gargioni; Priscila Cavalcanti e Emília Moraes (Avianca Fortaleza/CE) 
O vice-presidente da Avianca, Tarcísio Gargioni, foi homenageado com o troféu “Skål Turismo Mundo Afora”. Honraria foi entregue durante o 47º Congresso Nacional do Skål Internacional do Brasil, que se realizou em Fortaleza (CE), entre 07 e 11 de junho, no Marina Park Hotel. Simultaneamente, ocorreu o 44º Congresso Latino Americano de Clubes Skål. 
Evento focou diversos temas importantes, debatidos por profissionais de turismo latino-americanos e de todo o País. Contou com palestra magna do presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, e teve como anfitriões Priscila Cavalcanti e Epitácio Vasconcelos, presidentes do Skål Internacional do Brasil e de Fortaleza, respectivamente.
São Paulo foi agraciado com o troféu ‘Melhor Desempenho do Ano’, entre os Skål Clubes brasileiros. Segundo seu presidente Aristides de La Plata Cury, “foi muito gratificante participar do Congresso, em Fortaleza. Destaco a posse do cearense Colombo Cialdini, como presidente sul-americano do Skål Club do Cone Sul, a presença, entre outras, de Tarcísio Gargioni, um emérito colaborador de nossa entidade, e o troféu que trago aos Skålegas paulistas, distinção a servir-nos de estímulo e motivação”.

MERCADO DE TRABALHO | Últimas vagas para o congresso "Comunicação Interna"


FERIADÃO | Especialista em trânsito dá cinco dicas valiosas para quem vai dirigir

Especialista dá dicas para garantir um feriado sem sustos

Feriado emendado sempre é sinônimo de viagem. E nesta época, muitas famílias aproveitam para fugir da rotina e descansar. Milhões de brasileiros pegam a estrada e partem para a praia ou a serra.
Mas antes da viagem é importante ficar atento a alguns detalhes para evitar dores de cabeça. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o 4º país com mais mortes no trânsito na América. Para isso, o Gerente de Negócios Frota da ValeCard, Leandro Ferraz, mostra 5 dicas para viajar com segurança e garantir um feriado tranquilo. Confira:

1- Faça a revisão do seu carro com antecedência
É importante sempre checar o nível de água e óleo, o funcionamento dos freios, dos faróis e da suspensão, o estado dos pneus, a parte elétrica, com as luzes de freios, piscas, lanterna, faróis e painel e o nível do tanque de combustível, além dos documentos do carro e da habilitação.


2- Cuide-se: Alimente-se bem e esteja descansado
Dê preferência a comidas leves e evite alimentos que você não tem o costume de comer. E vale aquele alerta de sempre. Nunca beba e dirija.  Também é importante descansar. Dirigir cansado ou com sono é tão perigoso quanto estar alcoolizado. Se for o caso, pare o carro e descanse.
3- Use o cinto de segurança
O uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo. Em caso de acidentes, o cinto pode ajudar a salvar vidas.

4- Respeite os limites de velocidade
Muitos acidentes acontecem porque motoristas não respeitam os limites de velocidade ou tentam fazer ultrapassagens perigosas. Lembre-se. É melhor ir mais devagar e chegar inteiro do que acelerar seu veículo e correr riscos.

5- Dirija com segurança
Mantenha sempre a distância de segurança para evitar acidentes com freadas bruscas. Para ter tempo de reação, o ideal é ter 3 segundos para o carro da frente. Use também os avisos de luz e lembre-se que o uso de faróis é obrigatório na estrada. Por último, não jogue lixo pela janela. Além da falta de educação, a atitude ainda pode causar acidentes.


Agradecimentos:

Leandro Ferraz, Gerente de Negócios Frota da ValeCard

Economídia

COMÉRCIO | Concurso gastronômico vai premiar 'comilões' com até R$ 4 mil

Vem aí a segunda edição do maior concurso gastronômico do Estado, A Batalha dos Monstros, que ocorre, este ano, em um shopping localizado no centro da capital no dia 15  de junho, às 18 horas.
Serão R$ 4.000,00 (quatro mil reais) em dinheiro, como premiação. Para vencer o concurso o competidor terá que comer, em até 10 minutos, 5 monstros Burguers, um tipo de sanduíche com carne de 200 gramas de picanha + salada + maionese especial! O maior lanche da rede Big X Picanha.                        
A coordenadora do evento, Lídia Sousa  explica que a “Batalha” foi criada nos formatos de uma grande rede americana, um evento para toda família com muita diversão e torcida em um ambiente seguro, confortável e bem localizado que é o piso L3 do Macapá Shopping, bem ao lado da loja Big X Picanha.  “ Serão 10 participantes, sendo cinco candidatos escolhidos pela franquia de Macapá mais cinco competidores sorteados que farão parte da competição. Esta é a maior competição realizada na área gastronômica no estado”, explica.     
Para cada competidor, será convocado um jurado, para dar seriedade e legitimidade ao evento.                     
Anúncio oficial sobre o concurso, organizado por uma empresa de lanches
Nesta segunda Batalha o criador da rede Big X Picanha no Brasil, Sr. Zupa, já é presença confirmada. Lídia fala ainda que são mais de 200 pessoas trabalhando diretamente, entre fornecedores, funcionários da franquia, seguranças, médicos, brigada para a realização do evento. “Na primeira edição do evento houve a presença de um médico de plantão, brigada do corpo de bombeiros, e monitoras, tudo para garantir a integridade e saúde dos participantes do evento. E este ano, estes cuidados permanecerão”, complementa.                        
A programação está recheada de atrações artísticas e culturais, além de um espaço exclusivo para a criançada fazer as recreações em um ambiente ao lado do evento, tudo oferecido de forma gratuita.

EDUCAÇÃO | Encerramento do Curso de francês para alunos do Ifap.

DEFESA | Forças Armadas e Agências concluem nova fase da Operação Cabo Orange.

Macapá (AP) – No período de 29 de maio a 6 de junho, foi desencadeada a Operação Cabo Orange pelo Comando de Fronteira Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva (Cmdo Fron AP/34° BIS), Batalhão Veiga Cabral. O objetivo era intensificar a presença do Estado na região fronteiriça do Amapá, particularmente no município do Oiapoque.

O Batalhão empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM). Nesse contexto, ocorreram ações preventivas e repressivas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira. Também foram realizadas ações cívico-sociais (ACISO), com o objetivo de prestar assistência aos residentes da área.
A operação teve apoio da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Amapá; da Agência Brasileira de Inteligência; da Polícia Federal; da Polícia Rodoviária Federal; da Receita Federal; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá; das Polícias Civil e Militar; do Corpo de Bombeiros do Estado do Amapá; da Secretaria de Saúde do Oiapoque.
Esse ambiente interagências permitiu o estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a coordenação de esforços para a consecução de objetivos e propósitos convergentes que atendem ao bem comum.

Fonte: Cmdo Fron AP/34° BIS

ENTREVISTA | “Agora será a soja, mas no futuro poderão ser outros grãos da cadeia produtiva de alimentos”

Executivo da Amcel, o brasileiro Carlos Penha, recebe o Blog do Cleber Barbosa em Santana
Em meio às comemorações pela passagem do aniversário de 40 anos de sua efetiva presença no Amapá, a Amcel (Amapá Florestal e Celulose Ltda.) faz o anúncio oficial de que topa o desafio do Governo do Amapá para diversificar sua produção. Além da celulose, agora a empresa controlada pela japonesa Nippon Paper vai utilizar uma reserva de 20 mil hectares de terras de sua propriedade para o plantio de soja. Mais que isso, a empresa mira as futuras demandas do estado e planeja disponibilizar outros grãos da cadeia produtiva de alimentos, assim como usar a biomassa do papel para a geração de energia.

Cleber Barbosa
Da Redação

Blog – A Amcel acaba de comemorar 40 anos no Amapá, então a gente gostaria que o senhor rememorasse qual o papel dessa empresa no estado?
Carlos Penha – Para mim é uma satisfação falar do Amapá, falar da Amcel, afinal eu conheço este estado a praticamente 30 anos e a Amcel está presente há 40 anos, exatamente, completados no final do ano passado. Bom, nesse tempo todo a empresa passou por mudanças de acionistas. Ela era do Grupo Caemi, passou para o Grupo Champion, depois International Paper e em 2006 passou para o Grupo Nippon Paper, que é japonês, um dos maiores de papel e celulose da Ásia. Ela vinha pensando assim que chegou ao Brasil, os japoneses, trabalhando com eucalipto, exportando cavacos, sendo o maior usuário do porto da Companhia Docas de Santana. A Amcel tem uma atividade intensa de campo, tem bastante funcionários, atividades agrícolas e florestais, reflorestamento que começa num viveiro, em Tartarugalzinho, um centro de tecnologia com produção de mudas, depois preparo de solo, enfim, atividades inerentes à silvicultura, então nós temos no estado hoje sem dúvida nenhuma uma presença maciça, com 700 funcionários trabalhando conosco, além de uma gama de prestadores de serviço de alta qualidade, com máquinas, equipamentos, serviços, então uma grande empresa sim.

Blog – E isso significa quanto em termos de injeção na economia do Amapá?
Carlos – Olha, num cálculo rápido a Amcel deixa na economia do estado sem dúvidas R$ 100 milhões por ano, sendo R$ 50 milhões em serviços e outros R$ 50 milhões em folha de pagamento com nossos colaboradores, que consomem aqui no estado.  Portanto trata-se de um volume de recursos muito grande, especialmente se pensarmos nas dificuldades econômicas que passa o Brasil, a Amcel vem mantendo suas atividades num ritmo muito bom. Mas é claro que teve anos como entre 2008 e 2011 de bastante baixa produção de venda, pois o mercado internacional esteve em crise, mas a Amcel já passou esse período, nós estamos recuperando mercado, vendendo para a Europa, começando a vender para a China o eucalipto.

Blog – E agora veio essa notícia da entrada no mercado do chamado agronegócio, com o competitivo mercado da soja. Como foi essa decisão diretor?
Carlos – É, recentemente, em conversa com o Governo do Estado, logo no início do atual governo, de uma forma bastante interessada o governador nos indagou sobre como iríamos resolver a questão da diversificação, então as empresas japonesas são muito cautelosas nas suas decisões, então uma delas foi de entrar no mercado da soja. Ora, nós temos a terra, nós temos o conhecimento da terra, então decidimos participar desse momento, quando o estado está se preparando para ser um grande produtor de soja no Brasil, daí a Amcel ter decidido, juntamente com outros produtores, em participar desse programa.

Blog – E o sistema atual, de produção de celulose, a Amcel deixa de lado ou é uma forma de diversificar sua produção?
Carlos – Não, a Amcel continuará trabalhando com eucalipto, a chamada silvicultura, na produção de cavacos, ela tem que se manter, mas continua estudando uma forma de agregar mais valor na produção de eucalipto, então alguma coisa na linha de eucalipto deve acontecer em cima dos nossos estudos, esse é o eixo, a continuidade na silvicultura, a exportação de cavacos, pensando em uma fábrica, alguma coisa na produção de energia utilizando a madeira da floresta plantada, que seria um outro eixo, e agora a entrada no agronegócio, entrando no ramo da soja. A Amcel não desistiu de procurar uma opção para agregar valor para a sua produção de commodities, ainda estamos estudando isso, como disse, os grupos japoneses são cautelosos, estudiosos nas decisões, na parte econômica, mas com certeza nessas conversas com o Governo do Estado que foram bastante produtivas, vimos todo o interesse também, o esforço do governo em buscar um caminho de produtividade para o estado.

Blog – Outra coisa que marcou também esse período foi a visita do cônsul do Japão ao Amapá, que resultou num outro evento em São Paulo, reunindo investidores japoneses. O Japão é um mercado consumidor para a soja brasileira?
Carlos – A China é o maior mercado, mas o Japão é um mercado promissor. Aliás, o mercado japonês é bastante promissor para soja e commodities do Brasil, mineração, celulose e papel, enfim, é promissor sim.

Blog – E a partir desse encontro com os investidores, existe a possibilidade do incremento dessas relações com o Brasil em especial o Amapá?
Carlos – Sim, foi muito interessante essa agenda porque o cônsul japonês encarregado dos negócios comerciais aqui na região Norte convidou o governador do estado para fazer uma explanação em São Paulo, uma exposição na Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil. Isso foi no ano passado, e o governador fez uma excelente apresentação para 200 empresários japoneses que estavam reunidos naquele almoço, então foi uma bela oportunidade de apresentação do estado, despertando o interesse desses executivos em virem para o estado para começar a conhecer o Amapá. Nós estamos encarregados em conversar sobre esses assuntos com empresários japoneses e o Governo do Amapá. Recentemente, num encontro com o Governo do Estado, ele manifestou interesse em manter acesa esse negócio, essa conversação porque o estado tem interesse que esse pessoal venha para cá estudar as opções de mercado e negócios no Amapá.

Blog – O senhor falou que nesse mercado da soja outros produtores também estão chegando para a produção de soja, vocês pensam em se consorciar a algum deles?
Carlos – É, no porto nós já temos uma parceria com a Cianport, uma companhia que se instalou aqui para trabalhar com soja, o agronegócio, então nós já estamos compartilhando nossos sistema de carregamento, o  shiploader, que é compartilhando também com a Caramuru e a Cianport, isso vai facilitar muito, pois as empresas agora têm que se unirem, pois o porto é único, um cais só, e são poucas oportunidades de vários navios ao mesmo tempo. No campo, a Amcel começou agora com um projeto de 100 hectares, que chamamos projeto de experiência, então tudo tem que ser estudado novamente, terra, solo, clima, reação do plantio, isso tudo cientificamente. A partir daí eu não acredito que podemos nos consorciar, mas tocar por conta própria e chegar gradativamente até um nível de 20 mil hectares dentro das nossas terras com grãos, hoje fala-se em soja, mas nada impede que possa ser milho, feijão, enfim, pensando na futura cadeia de produção de alimentos no estado.

Blog – Uma outra coisa que é da sua pasta, digamos assim, são os projetos de responsabilidade social da empresa aqui no estado, especialmente nos municípios que são cortados pelo projeto da Amcel. O que dá para falar a respeito disso e do emprego de mão de obra local diretor?
Carlos – Bom, a mão de obra da Amcel, com exceção dos diretores, é toda daqui do Amapá. Algumas pessoas de fora, como eu por exemplo [risos], mas já me considero até um amapaense afinal moro aqui há mais de vinte anos. Então a mão de obra é de Santana, Tartarugalzinho, Porto Grande, enfim. A política de compras da empresa é primeiramente dirigida para o mercado local, em segundo lugar aquilo que não se acha aqui a região amazônica, Belém, por exemplo, e os demais que a gente não encontra vai até outras regiões do Brasil, como a região Sul, afinal hoje ficou muito fácil pois as companhias de navegação que trazem as compras do sul são muito boas, melhoraram a concorrência entre elas, enfim, eu acho que as condições do Amapá melhoraram muito, temos um comércio vigoroso, uma área comercial muito forte então muito promissor, especialmente depois da chegada da energia que agora temos em quantidade suficiente para desenvolver projetos, coisa que há dez anos não tinha, era um pouco temerário.

Blog– Obrigado por sua entrevista.
Carlos – Eu que agradeço, em nome da empresa, pela oportunidade e me coloco à disposição para qualquer consulta que se fizer necessária. Vamos continuar trabalhando para desenvolver a empresa e consequentemente nosso estado.

* Publicado na edição nº 20 da Revista Diário.

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, terça-feira, dia 13 de junho de 2017.


Interior

Pedra Branca do Amapari recebeu no domingo a primeira etapa do Circuito Brilho de Fogo de Corrida de Rua. Foram quase 200 competidores inscritos na prova, que percorreu ruas e avenidas da cidade. Mas desde a véspera, a cidade recebeu bem os turistas.

Potencial

Segundo uma das idealizadoras do evento, Rose Maia, existem tratativas para que outros municípios recebam uma prova, como Serra do Navio e Ferreira Gomes. Esporte e turismo ajudando a economia.

Intercambio

Depois do IFAP, será a vez de escolas estaduais virarem centros bilíngues (português e francês). A Associação dos Professores de Francês do Amapá (Aprofap) já recrutas educadores com domínio na língua.

Seleção

Em parceria com a Embaixada da França no Brasil, a ação quer identificar professores para atuarem no projeto Escola com Classes Bilíngues. Interessados devem ir ao Centro Franco Amapaense até quarta-feira.

Currículo

A chamada é dedicada a professores formados nas diversas disciplinas (história, artes, sociologia, letras, geografia, entre outras) do Ensino Fundamental I e II que tenham fluência em língua francesa.

No campo
Alunos do curso de Padeiro e Confeiteiro do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Amapá, quando visitavam a empresa Soreidom. Durante a atividade, que foi acompanhada pelo instrutor da instituição, Ronaldo Costa, os alunos puderam interagir e observar a prática.

Imprensa

O Prêmio Estácio de Jornalismo – Edição 2017 prorroga suas inscrições até 25 de junho. Jornalistas poderão inscrever suas reportagens direto pelo site da premiação e concorrer a um total de R$ 125 mil em prêmios, que serão distribuídos para as melhores matérias do ano sobre ensino superior.

Estradas

Educação é tudo, vamos combinar, né? E no trânsito é a mesma coisa, daí a gente aplaudir a iniciativa do GEA, através da Secretaria da Educação (Seed), de firmar parceria com a Polícia Rodoviária Federal para encampar ações educativas nas rodovias federais que cortam o estado. Termo de Adesão será assinado hoje.

De frente

Outra boa notícia vinda do governo vem da Equipe de Nefrologia do HCAL,que se reuniu com pacientes para solucionar demandas da unidade. Os pacientes entraram em acordo para que aqueles com menos condições financeiras façam tratamento durante o dia e não mais à noite.

ECONOMIA | Santana quer entrar na rota de distribuição de combustíveis no Norte

Um arrojado projeto se propõe a transformar o Porto de Santana numa espécie de entreposto de cargas por onde deverá passar agora carregamentos de combustíveis para toda a região amazônica
A operação de desembarque de combustíveis no Porto de Santana

Cleber Barbosa

Para a Revista Diário

O município de Santana está redescobrindo sua vocação portuária, tanto que um audacioso projeto de infraestrutura está sendo implantado e poderá levar o segundo maior município do Amapá  a ser rota de distribuição de combustível na Amazônia. E para que isso saia do papel aconteceu uma espécie de ensaio técnico, a partir da atracação no cais da Companhia Docas de Santana (CDSA), do navio ‘Vendome Street’, que saiu do porto de Itaqui, no Maranhão, carregado com 24 milhões de litros de combustível fósseis – gasolina e óleo diesel, cuja distribuição se deu de forma satisfatória.
Trata-se de uma operação inédita possibilitada graças à iniciativa do prefeito de Santana, Ofirney Sadala, que negociou pessoalmente com a Distribuidora Ipiranga a inclusão do Porto de Santana na rota nacional de distribuição de combustível. “Essa vocação para a navegação de cabotagem vem de muito tempo, faltava apenas a criação de um ambiente favorável, então foi o que buscamos fazer”, diz ele.
Balsas ancoradas próximas à Ilha de Santana estarão prontas para se abastecer de combustível e levar o carregamento para as cidades de Belém (PA), Manaus (AM) e Porto Velho (RO), a partir do Porto de Santana.
MERCADO
A possível transformação da cidade em polo de distribuição de combustível para o Norte do país é considerada uma das apostas da nova gestão para o incremento do desenvolvimento local. “Será positiva para a Companhia Docas, que arrecadará mais e poderá investir na melhoria do porto; para o município, que vai gerar mais emprego e renda; e para o Estado, para quebrar essa cultura da falta de combustível que ameaça constantemente o abastecimento do Amapá”, diz o gestor.


De grande vocação portuária, Santana quer aquecer economia

O sucesso da primeira atividade de transbordo de combustível no município de Santana foi comemorado em grande estilo, num concorrido coquetel realizado no porto da Companhia Docas de Santana (CDSA). O evento marcou a conclusão dos serviços do navio Vendom Street, da Antuérpia (Bélgica), que estava atracado no píer. Nessa primeira atividade, o município recebeu 24 milhões de litros de combustível, com 7 milhões ficando em Santana para distribuição em postos de todo o Estado. O restante, 17 milhões de litros, foi transportado em balsas para outros pontos de distribuição na região Norte.
Na ocasião, autoridades tiveram a oportunidade de visitar o interior do navio para acompanhar as operações da embarcação. Para o prefeito de Santana, Ofirney Sadala, o sucesso da operação comprova que o município tem potencial para receber a atividade de grandes empresas através do porto. “Mostramos para os empresários que Santana tem estrutura logística para realizar esse tipo de serviço. Esse foi apenas o pontapé inicial para desenvolver a atividade no município”, frisou.
Prefeito de Santana, Ofirney Sadala

ESTADO
O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, Eliezir Viterbino, que na ocasião representou o governador do Estado na solenidade, garantiu o apoio da administração estadual para a realização das atividades no município. “Isso é importante para o desenvolvimento econômico e social de todo o Estado do Amapá”, salientou.
De acordo com o presidente da CDSA, Paulo Couto, para que a operação fosse um sucesso, foi necessário a contratação de três empresas, gerando emprego para 25 profissionais diretamente. “Esse foi apenas o primeiro navio de combustível que recebemos, mas a atividade deve continuar, gerando empregos e movimentando a economia do município”, destacou.
Já o diretor operacional da CDSA, Victor Hugo Holanda, lembrou que essa operação foi apenas o primeiro passo para que Santana se torne rota de distribuição de combustível para a região norte.
De acordo com o secretário especial de Governo, Planejamento e Cidadania, da Prefeitura de Santana, Ronival da Silva Vergolino, o transbordo de combustível, a partir do Porto de Santana, vai garantir o abastecimento constante ao Amapá, pondo fim ao risco de racionamento de gasolina e óleo diesel.
Já do lado do consumidor, a expectativa gira em torno da possibilidade de que essa novidade possa resultar em uma redução do preço final dos combustíveis, afinal o impacto direto dessa entrega local da distribuição seria a redução do frete dos estados como o Pará, que até então era de onde vinham as balsas de abastecimento para o Amapá.

TURISMO | Fortaleza de São José: A imponente identidade de Macapá.

Cleber Barbosa 
Editor de Turismo

Quem visita a cidade de Macapá logo percebe esta imensa edificação que virou uma das maiores referências do Estado, seja no Brasil ou fora dele. Testemunha do vasto projeto de defesa da Amazônia desenvolvido pelo marquês de Pombal, as suas dimensões são comparáveis às do Real Forte Príncipe da Beira, a Fortaleza de São José de Macapá é a maior do período colonial.

Para suceder os redutos de 1738 (Reduto do Macapá) e de 1761 (Forte do Macapá), e dar solução definitiva à fortificação da barra norte do rio Amazonas, o Governador e Capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, dirigiu-se à vila de São José do Macapá, onde, a 2 de janeiro de 1764, em companhia do Sargento-mor Engenheiro Henrique Antônio Galúcio, examinou o terreno e aprovou a planta geral da nova fortaleza. Meses mais tarde, a 29 de junho nesse mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental da fortaleza, no ângulo do baluarte sob a invocação de São Pedro, na presença do governador, do Coronel Nuno da Cunha Ataíde Varona, comandante da Praça, do Sargento-mor Galúcio, do Senado da Câmara e das demais autoridades civis e religiosas da vila.
Construção – A sua construção empregou, além de oficiais e soldados, canteiros, artífices e trabalhadores africanos e indígenas. Eram pagos 140 réis diários aos primeiros contra apenas quarenta réis para os segundos. Os trabalhos distribuíram-se entre as pedreiras da cachoeira das Pedrinhas, no rio Pedreiras, a cerca de 32 quilômetros de distância de Macapá (extração e cantariação), os fornos de cal, as olarias (tijolos e telhas), a logística (transporte fluvial e terrestre), além do próprio canteiro de obras em Macapá.

O bispo D. Frei Caetano da Anunciação Brandão, que passou por Macapá em viagem pastoral em 23 de março de 1785, registou em seu diário de viagem a observação de que a fortaleza era “(…) regular, segura e espaçosa ao gosto moderno, que importou ao rei Dom José três milhões (…); porém acha-se mui falta de gente para defender.”

A Proclamação da República (1889), e as suas sucessivas crises no início do século XX, mantiveram a Fortaleza de Macapá em relativo abandono, acarretando o desaparecimento de diversos elementos construtivos quer por deterioração quer por furto simples.

No período do Território Federal, as restaurações
O Território Federal do Amapá foi criado por Decreto-Lei em 1943, entre outras razões, atendendo a considerações estratégicas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com o fim do conflito foram priorizados os aspectos de desenvolvimento econômico e de infra-estrutura da região. Para a antiga fortaleza, esse desenvolvimento chegou a partir de 1946, quando nela foi instalado o Comando da Guarda Territorial, responsável pelo policiamento público. Para esse fim, foram iniciadas obras de recuperação do imóvel, compreendendo inicialmente a capina interna e externa, a retirada dos arbustos nascidos entre as pedras das muralhas e o corte das árvores que se desenvolveram nos terraplenos, e que acarretaram sérios danos estruturais. Em paralelo procedeu-se a reconstrução dos telhados da Casa do Órgão e de mais quatro prédios, assim como a confecção das respectivas portas, janelas e portões em madeira. Foram reutilizadas, para esse fim, ferragens originais como dobradiças, ferrolhos e cravos, recuperados dos escombros. Substituíram-se tijoleiras degradadas dos pisos, muretas e rampas de acesso.

Revitalizada, vira Patrimônio histórico e uma das sete maravilhas do país
Trabalho desenvolvido pelo Laboratório Arqueológico da Universidade Federal de Pernambuco, trouxe à luz diversas obras exteriores que se julgavam inexistentes – baluartes, rampa e caminhos cobertos -, demonstrando a real amplitude e complexidade arquitetônica desta fortificação. Pouco depois veio o reconhecimento entre as maravilhas do Brasil, da Revista Caras e do Banci HSBC. O concurso Sete Maravilhas Brasileiras é uma lista que contém sete monumentos ou construções brasileiros que por votação pública foram definidas como maravilhas brasileiras. A eleição foi promovida pela Revista Caras e pelo Banco HSBC, através de uma eleição online, leitores da revista poderiam escolher seus sete votos entre 30 maravilhas, que foram previamente escolhidas levando em consideração não apenas a beleza, mas também a importância histórica-político-cultural. A site da revista anunciou as campeãs em 2008, após 3 meses e meio de votação e mais de meio milhão de votos.
Para aumentar ainda mais a importância deste título da Fortaleza de São José de Macapá é só lembrar quais foram os eleitos juntos com ela no disputado concurso da Revista Caras: Teatro Amazonas (Manaus, Amazonas), Fortaleza dos Reis Magos (Natal, Rio Grande do Norte), Mercado Ver-o-Peso (Belém, Pará), Ouro Preto (Minas Gerais), Natividade (Tocantins), e a Catedral da Sé (São Paulo). A eleição das Sete Maravilhas Brasileiras trouxe à tona discussões referentes principalmente ao setor turístico interno do Brasil. Muitos achavam uma perda de tempo existir tal votação, outros apoiavam a eleição, enxergando as possíveis melhoras no remanejamento do turismo pelas diversas regiões brasileiras, não apenas no Sudeste e Nordeste, majoritariamente.

CURIOSIDADES
– Apresenta planta no formato de um polígono quadrangular regular, com baluartes pentagonais nos vértices, sob a invocação respectivamente de Nossa Senhora da Conceição, São José, São Pedro e Madre de Deus.
– O conjunto da fortaleza ocupa 84.000 m², em estilo Vauban dito de 8ª classe;
– O portão principal acessa a chamada “Casa do Órgão”, bloco originalmente afeto ao “Corpo da Guarda”.
1.782
Este é o ano de inauguração da Fortaleza São José.

CARTÃO-POSTAL


ENTREVISTA | “A primeira coisa do mercado de trabalho é saber se vender como profissional”

Ele é um atuante consultor organizacional, um especialista em gestão de pessoas. O professor universitário André Gomes esteve ontem no rádio, concedendo uma entrevista ao programa Conexão Brasília, pela Diário FM, ocasião em que deu muitas dicas importantes sobre estratégias para ingressar – ou retornar ao mercado de trabalho. Vocacionado para trabalhar com jovens, falou sobre curiosidades e dos principais erros que são cometidos por quem se habilita ao primeiro emprego. Os principais trechos desta conversa com o jornalista Cleber Barbosa o Blog publica a seguir.

Cleber Barbosa
Da Redação

Diário do Amapá – Na busca do primeiro emprego o jovem se vê diante do primeiro paradoxo também, afinal de contas ele não tem experiência e normalmente as corporações pedem alguém que tenha um mínimo de experiência. Como lidar com esse fato? É melhor admitir que você é inexperiente, mas disposto a aprender, a obter novos conhecimentos, novas técnicas ou enfim, falar das suas virtudes, das suas aptidões?
André Gomes – Achei fantástico a sua pergunta da experiência, porque tudo começa por aí. As pessoas estão se preparando para esse mercado de trabalho e aí elas chegam para pedir um emprego e a primeira coisa que a empresa pergunta é “qual é a sua experiência?”, ou “que você sabe fazer?”. Então tem uma dica básica para isso. Você não pode ficar parado, então mesmo que você não esteja inserido nesse mercado, se você está buscando um emprego é porque está desempregado, mas você não pode estar parado, então vale a experiência que você tem de alguma atividade de trabalho.

Diário – Ou de estudos?
André – Ou de estudo, mas seria melhor ainda se fosse de estudo aliado ao trabalho, como, por exemplo: Eu sou um estudante, sei lá, de alguma área, da saúde, por exemplo. Então eu estou estudando nutrição, farmácia, mas eu ainda não arrumei o meu emprego nessa área fim, mas eu posso ser voluntário não é? Posso fazer um trabalho de voluntariado, eu posso estar ligado a alguma ONG, eu posso estar realizando alguma coisa que eu não esteja parado.

Diário – Praticando não é, a ideia é essa?
André – Praticando, perfeito a sua palavra. Isso para empresa já representa uma experiência, não é uma experiência de envolvimento profissional, é digamos assim, já de desempenho, mas de qualquer forma é uma experiência.

Diário – Você falou de uma ONG, e a pessoa pode não conhecer, não tem informações sobre alguma ONG no seu bairro, na sua comunidade, ele pode se integrar em ações, como, por exemplo, na escola, atividades como mutirões sociais, essas coisas?
André – Perfeito, perfeito, então ele pode se inserir, ele pode se oferecer, se ofertar. A primeira coisa do mercado de trabalho é saber se vender. Como é que eu vou vender alguma coisa, vender produto ou serviço da empresa, vender aquele trabalho que eu estou me propondo a fazer se primeiro eu não sei me vender. Então a primeira coisa é se lançar no mercado e dizer: Olha eu sei fazer tal coisa, não tem nada aí que eu possa ajudar vocês a fazer? Tem as associações de bairros, têm as cooperativas, associações de modo geral, as ONG’s como eu citei. Tem trabalho voluntário dento das próprias escolas. Dentro dos núcleos organizacionais, da empresa júnior da faculdade, grupos operativos, o próprio rádio.

Diário – Passada essa primeira etapa dele já ter algum know-how, chegar com alguma bagagem, vem a questão a entrevista de emprego, e aí nesse ambiente, na frente do entrevistador, do consultor, enfim. Começar pelo vestuário, o quê que é recomendado para que você possa se apresentar pra uma entrevista de emprego?
André – O fundamental nesse momento é você estar vestido com a cara da empresa, então, por exemplo, uma dica muito bacana é, eu tenho que saber que empresa é essa, o que ela faz. Vou dar uma referência muito engraçada. Uma vez um ex-aluno meu, de administração, disse que ia buscar uma determinada empresa e aí ele falou assim: Professor, eu achava que não era assim, eu fui meio despojado, de sandália e bermuda e aí a empresa não era nada daquilo. Então você tem que se parecer com a empresa, então não é uma regra, mas uma dica: se a empresa é despojada, você segue essa tendência. Se eu vou pedir emprego como vendedor uma loja de roupas de surf, onde todo mundo é despojado, até os próprios vendedores se vestem de bermuda e camiseta, o próprio proprietário, o gerente, eu não posso ir formal.

Diário – Não dá para ir de terno e gravata.
André – Não dá pra ir de camisa dobrada, de terno e gravata, não dá, porque aí eu não pareço com a empresa, não é? E o inverso também, não dá para eu pedir emprego em uma empresa formal de bermuda e sandália… [Risos]

Diário – Cerimonial!
André – Cerimonial, sim, imagina se você vai pedir emprego em uma empresa onde tem um teor de formalidade, eu chegue lá de chinelo e bermuda…

Diário – Uma Casa Legislativa, por exemplo! 
André – Casas Legislativa, empresas. A gente está falando de empresas e órgãos públicos, mas também tem empresas privadas, diretores executivos. Empresas que trabalham com o setor comercial precisam de representantes comerciais com uma imagem mais formal, uma imagem que passe credibilidade. Então a dica é se parecer com a empresa, primeiro eu tenho que conhecer a empresa, como é que ela é, como é que ela funciona, como é que ela se projeta no mercado. Se ela é formal eu vou vestido formal, se ela é despojada eu vou vestido despojando.

Diário – Antes da entrevista o tem também o currículo da pessoa. A parte do currículo pode despertar o interesse daquela corporação em ter aquele postulante ao emprego. Sobre o currículo, normalmente tem uma frase no final que diz que a pessoa se responsabiliza pelas informações contidas naquele documento, não é?
André – Tem uma consultora organizacional, a Bruna Katunaga, que defende que o currículo é uma peça publicitária, então o currículo é um cartão de visita, é a primeira oportunidade que você tem de despertar algum interesse do entrevistador da empresa no candidato. Então o currículo tem que ser uma coisa muito cuidada, não pode ser feito de qualquer jeito, erros de português, a gente teve algumas reformas gramaticais ortográficas que devem ser observadas.

Diário – É bom estar antenado para isso também, não é?
André – Tem que ficar de olho, quais são os acentos, não ficar confiando só no computador, aquele negócio que corrige lá o texto.

Diário – Depende da versão do programa também.
André – Dependendo da configuração antiga, não está atualizado, vale pedir uma ajuda, uma dica, uma ajudinha sim, para uma amiga que é professora de português, para ver se está tudo correto, se não está faltando algum acento, porque o currículo é o seu cartão de visita. Outra coisa, a gente está na era digital, os currículos estão todos online, tudo mais, e muito cuidado, a gente falou ainda pouco sobre aparência, muito cuidado sobre a fotografia que você vai colocar no seu curriculum.

Diário – Tem isso também é?
André – Sim, eu já vi, eu já recebi, eu já fui fazer algumas seleções para algumas empresas que me chamaram, em que a foto do currículo tinha uma pessoa de abadá, então assim, não era a proposta daquela empresa, a minha empresa tinha um teor de formalidade, precisava de imagem de credibilidade, aquilo ali já deixou dúvida, mas quem é esse candidato? Então vamos ter muito cuidado com essa história da foto.

Diário – Parece perfil das redes sociais.
André – Essa é outra coisa que a gente tem que observar, sobre as informações do Facebook. Outro dia a gente viu uma matéria fantástica sobre um vidente que foi pra rua e ele sabia tudo da vida das pessoas, a única coisa que ele precisava era do nome completo, tinha toda uma estrutura por trás e o pessoal pescava tudo no Facebook. Então a sua vida pessoal tem muito haver sim com sua vida profissional.

Perfil..

Entrevistado. André Luís Aires Gomes tem 38 anos de idade, é administrador de empresas, professor universitário, especialista em Gestão de Pessoas e Consultor Organizacional. Teve uma longa passagem como integrante do Cerimonial do Palácio do Setentrião e ingressou por concurso público nos quadros de pessoal permanente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP). Ele atua no mercado profissional também como consultor e palestrante, bem como é um exímio Mestre de Cerimônias.

OPINIÃO | Notas da Coluna ARGUMENTOS, domingo, dia 11 de junho de 2017.


Comércio

Longe de ‘legislar em causa própria’, empresário Edevaldo Xavier envia mensagem para falar da importância dos homens serem mais criativos na hora de presentear as namoradas. “Nada de panela ou avental”, diz ele que sugere eletrônicos, como os smartphones.

Gastronomia

Uma novidade que chegou por esses dias está garantindo um fim de semana longe do fogão e das panelas. É a “Feijoada do X”, que está apresentando o modelo de feijoada do sul do país. Lá no X do Sul!

Rádio

Novo superintendente do DNPM no Amapá, engenheiro Romero Peixoto, foi ao rádio ontem falar do enorme desafio de arrumar o setor. Foi durante a audição do nosso programa Conexão Brasília.

Infra

Para Romero, o acidente com o Porto da Anglo ainda é o maior gargalo, juntamente com o estado de abandono da velha Estrada de Ferro do Amapá. “Estamos contando com o apoio de todos para resolver isso”, disse.

Paradoxo

Outro grande problema é a diminuta equipe local do DNPM para dar conta de fiscalizar a grande área sob a jurisdição do órgão por aqui. Simplesmente toda a área territorial do estado do Amapá.

Mineração
Aspecto da participação do novo superintendente do DNPM-AP (Departamento Nacional da Produção Mineral) no Amapá, Romero Peixoto. Este pernambucano de nascimento atua no Amapá desde os anos 80, quando entrou para os quadros da tradicional Icomi S.A. como engenheiro de minas.


Pesquisa

Equipe de Otávio Ohashi permanece no Amapá por mais tempo. Ele esteve visitando o Amapá esta semana e já se mandou, mas deixou alinhavado um trabalho de pesquisa e consultoria a empreendimentos locais. Ele concedeu entrevista exclusiva ao nosso canal. Acesse YouTube.com/cleberbarbosa.

Música

Tem uma safra de novos talentos na música surgindo. Ontem, no rádio, dois irmãos mostraram que apesar da falta de oportunidades pelas vias tradicionais do showbiz dá para romper as barreiras pela rede mundial de computadores. Faype e sua irmã Sarah mandaram muito bem cantando ao vivo na Diário FM.

Turismo

Pedra Branca do Amapari recebe neste domingo a I Etapa do Circuito Brilho de Fogo de Corrida. Uma prova de rua, aliada a uma caminhada, além de gente bacana ocupando a rede hoteleira para conhecer o interior do Amapá. Sacada das amigas Josi Maia e Rosângela Chagas.

domingo, 11 de junho de 2017

PUBLICIDADE | Novidade na Gol Linhas Aéreas


Novos tempos estão chegando na GOL, e agora é a vez do interior de nossas aeronaves! Em sua próxima viagem, observe os assentos: eles agora são feitos de couro ecológico. 20% da nossa frota já conta com a nova tecnologia que além de mais confortável, é mais higiênica e prática. Te esperamos por aqui. #VoeGOL