Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura, política e empreendedorismo.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Delfim Netto: FHC, Collor e D. João VI pedalaram

 

O ex-ministro e economista Delfim Netto voltou a contestar os argumentos da oposição para pedir o afastamento da presidente Dilma Rousseff. “O impeachment é constitucional, mas precisa se pautar por uma violação da presidente. As pedaladas já faziam o Lula, Fernando Henrique, Collor. D. João 6° fez alguma”, disse.

Recentemente, o economista condenou duramente a tentativa de golpe paraguaio, que vem sendo articulada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), classificando a medida como "golpezinho" ou "tapetão".

Defendendo que a presidenta Dilma Rousseff é "completamente honesta", ele afirmou que "o respeito à Constituição tem valor para o futuro muito maior do que qualquer golpezinho agora". 

Fonte: vermelho.org.br

sábado, 19 de dezembro de 2015

Os preços doentios dos medicamentos contra o câncer.

O jornal britânico Financial Times publicou um artigo de John Gapper sobre os altos preços dos medicamentos usados no combate ao câncer. “Se o pior acontecer, há um consolo: este é o melhor momento da história para se contrair câncer. Você tem uma chance melhor do que nunca de se curar ou de viver uma vida mais longa após um tratamento menos desagradável. Porém, há um possível efeito colateral considerável: a ruína financeira”.
Um fluxo de notícias médicas animadoras surgiu a partir de um encontro anual de pesquisadores e médicos da US Oncology: não só é numa nova geração de drogas na qual eles estão trabalhando, mas estão atacando uma ampla gama de tumores. A imunoterapia – que usa o sistema imunológico do corpo para destruir o câncer - está mostrando sinais de melhora da expectativa de vida de muitos pacientes.
O problema é o alto preço dos medicamentos, tais como: Bristol-Myers Squibb e Merck Opdivo Keytruda, cada um custa US$ 150.000 para um tratamento completo nos EUA. Mesmo que um paciente se qualifique para o Medicare, o sistema de saúde dos Estados Unidos para maiores de 65 anos, poderia ser cobrado US$ 30.000 em pagamentos adicionais por alguns meses a mais de vida. Alguns medicamentos funcionam melhor juntos, o que multiplica a conta.
Uma rebelião está estourando entre os médicos de oncologia dos Estados Unidos, liderados por um pequeno grupo no hospital Memorial Sloan Kettering em Nova York. "A última etapa do ciclo de inovação - levar as drogas aos pacientes - está completamente quebrada", diz Peter Bach, diretor do Centro de Política de Saúde no hospital, se recusaram a prescrever um medicamento para o câncer por causa do preço.
O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido está tomando uma posição mais difícil. O Instituto Nacional de Saúde e Assistência Excellence (Nice) rejeitou o olaparib, um tratamento do câncer do ovário produzido pela AstraZeneca. O preço de £ 4.200 pelo tratamento mensal fere a diretriz de Nice que diz que um medicamento não deve custar mais do que £ 30.000 por ano adicional de vida de um paciente, ajustado pela qualidade.
É claro que as empresas não podem continuar a inflar os preços dos novos medicamentos, ou os sistemas de saúde serão abalados na medida em que cada paciente com câncer avançado vão pedir o tratamento. A ciência é muito eficaz; drogas que pareciam que só funcionariam em tumores raros, mantendo a conta baixa, estão começando a ter um impacto sobre doenças comuns.
É muito menos claro ainda como os preços estão sendo fixados. As companhias farmacêuticas admitem tacitamente que estão aproveitando a demanda de consumo altamente inflexível, através da qual podem elevar os preços e as pessoas seguem comprando o produto, para tratar de recuperar ao máximo os gastos de pesquisa e desenvolvimento, e os bilhões de dólares que pagam para comprar empresas bio-farmacêuticas donas de um ou dois medicamentos magníficos. Os preços dos medicamentos para o câncer são um grande ensaio pouco científico.
Este mercado, se pode ser chamado assim, funciona de maneira estranha. Em vez dos preços diminuírem quando se autoriza um novo fármaco, eles aumentam. Todo novo produto – inclusive se é só pouco melhor que os demais, e inclusive se é prescrito só quando outro não funcionou – é mais caro.
Um estudo realizado pelo Dr. Bach e outros encontrou que os preços de medicamentos contra o câncer aumentaram 12% anual entre 1995 e 2013.
Os pacientes e os médicos não enxergam os medicamentos novos como competidores, mas como adições a uma bateria de tratamentos para os doentes de câncer gravemente enfermos. Pode-se receitar para uma pessoa três fármacos, todos com preços elevados. A arisco de morte aumenta sua disposição de pagar altos preços.
Se estão assegurados, ou o governo paga, não têm nenhuma razão para se preocupar. Ninguém, nem sequer as empresas farmacêuticas, acreditam que isto é sustentável. Portanto, o que deve ser feito? Um remédio é que um monopsônio de compra limite o acesso dos pacientes aos medicamentos de alto custo para obrigar a baixar os preços. Este enfoque é levado ao seu extremo por Nice no Reino Unido, e também opera em diversos graus em países fora dos EUA.
No entanto, tem seus defeitos, especialmente se uma pessoa tem seu tratamento negado porque se considera que o ajuste de qualidade de sua vida não justifica o custo. Tampouco oferece uma recompensa clara a uma empresa que é realmente inovadora, em vez de produzir um avanço marginal. Outros países se beneficiam do fato que os pacientes norte-americanos pagam altos preços nos medicamentos, o que lhes permite conseguir um melhor acordo.
Nos EUA o Dr. Bach sustenta que os preços devem estar diretamente relacionados com o valor dos medicamentos para os pacientes no lugar de serem fixados artificialmente justo acima do preço dos rivais anteriores.
E, no lugar de um só fármaco de imunoterapia custar o mesmo se é prescrito para os melanomas cutâneos raros ou cânceres de pulmão comuns, deve também variar de acordo com a condição que o medicamento vá tratar.
Isso se assemelha mais à maneira em que o mercado deveria funcionar, sempre e quando essa flexibilidade também reduza o custo médio de medicamentos contra o câncer. A nova geração de recursos é uma maravilha científica e o custo da inovação está, sem dúvida, destinado a ser alto. Mas se o paciente acabou falindo, o tratamento não foi um êxito.

Fonte: Portal JB - Jornal do Brasil

Dilma regulamenta Zona Franca Verde e isenta de IPI produtos com origem na biodiversidade

Dillma destaca que a regulamentação fortalecerá as áreas de livre comércio instaladas nas regiões fronteiriças na Amazônia legal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Dillma destaca que a regulamentação fortalecerá as áreas de livre comércio instaladas nas regiões fronteiriças na Amazônia legal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff assinou nesta sexta-feira (18), o decreto que regulamenta a Zona Franca Verde, na Amazônia. O documento isenta de imposto sobre produto industrializado (IPI) os produtos caracterizados como sendo de origem da biodiversidade.
Segundo Dilma, a regulamentação “fortalecerá as áreas de livre comércio instaladas nas regiões fronteiriças na Amazônia legal, além de estimular o desenvolvimento dessas regiões de forma ambientalmente sustentável”.
A presidenta explicou que para a isenção do tributo ser concedida é necessário que a matéria-prima utilizada seja de origem regional, ou seja, resultante da extração, coleta, cultivo ou criação animal.
Em seu discurso a presidenta citou a Conferência do Clima de Paris (COP21), que definiu compromissos ambiciosos de todos os países do mundo ao definir o limite do aumento da temperatura do planeta em até 2ºC, na direção de atingir 1,5ºC.
Faz todo sentido assinar esse decreto nesse momento porque ele compõe as condições para que nós possamos conquistas essa trajetória que a Conferência do Clima previu”, destacou.
Durante a cerimônia, a presidenta também assinou um segundo decreto que promulga acordo entre Brasil e Colômbia e cria a Zona de Regime Especial fronteiriço entre as cidades de Tabatinga (AM) e a cidade colombiana Letícia.
“Ao promulgar esse acordo simplificamos a vida das pessoas e das empresas”, enfatizou a presidenta. “Com esse regime, as operações comerciais praticadas por empresas dos dois países na região vão poder ser realizadas seguindo procedimentos simplificados e com isenção de tributos federais incidentes em operações de exportação”.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Deu no The New York Times: Ponte entre Brasil e Guiana Francesa liga 'ao nada'

  • Meridith Kohut/The New York Times
The New York Times

William Neuman
São Jorge do Oiapoque (Guiana Francesa)
Da entrada do posto da polícia de fronteira em meio às árvores, onde o comandante Pascal Rudeaux sai para fumar um cigarro e observar a chuva tropical cair sem parar, é possível ver os pilares altos de concreto da ponte que deveria ligar a Guiana Francesa, antiga colônia da França na América do Sul, com o vizinho Brasil. Mas basta perguntar a Rudeaux qual é o limite de velocidade na ponte que seus oficiais vigiam para ele rir e fazer uma careta, expressando uma aceitação relutante dos grandes mistérios da vida.
"Eu não sei, talvez 30" quilômetros por hora, disse ele. "Quando eles inaugurarem a ponte, vão colocar as placas."
Mas o limite de velocidade hoje é efetivamente zero, uma vez que a ponte sobre o rio Oiapoque, nos arredores de São Jorge, uma cidade de cerca de 4.000 habitantes, nunca foi aberta para pedestres ou veículos, embora tenha sido concluída há mais de quatro anos, a um custo de US$ 33 milhões na época (R$ 122 milhões).
A ponte, concebida como um símbolo da cooperação internacional --com placas bilíngues em francês e português-- acabou se tornando um símbolo da incapacidade dos dois países de trabalharem juntos.
"A ponte é apenas a parte visível do iceberg", disse Thierry Girardot, 45, funcionário do Parque Amazônico da Guiana, sentado no terraço de um restaurante chamado Chez Modestine, com vista para a pequena praça pública mal conservada de São Jorge, abandonada ao calor escaldante. "Ela é concreta, está lá, é real, mas a ponte não é a única coisa necessária para atravessar a fronteira."
A decisão de construir a ponte foi anunciada em 1997 pelo presidente Jacques Chirac, da França, e o presidente brasileiro na época, Fernando Henrique Cardoso. Ela foi concebida para trazer desenvolvimento econômico para o Estado brasileiro do Amapá, que faz fronteira com a Guiana Francesa, e para criar oportunidades para as empresas francesas e brasileiras. Ela tinha a intenção de conectar a Guiana Francesa, há muito voltada para a Europa, com o continente latino-americano que habita e, em grande parte, ignora.
A intenção também era estabelecer uma conexão entre o Brasil e a Europa. A Guiana Francesa, uma ex-colônia que era usada principalmente para abrigar criminosos em prisões infames e brutais, tornou-se um território ultramarino da França em 1946, obtendo o mesmo status que qualquer outro território francês.
Quando você atravessa a fronteira para a Guiana Francesa, você não só está na França --onde se fala francês, policiais franceses patrulham a fronteira e as pessoas elegem deputados para o Parlamento francês--, você também está na União Europeia. O euro é a moeda local, e as normas da União Europeia sobre questões como segurança alimentar se aplicam.
A França e o Brasil concordaram em dividir o custo de construção da ponte e a estrutura foi concluída em 2011.
No seu lado da ponte, a França construiu um posto de polícia de fronteira, para administrar serviços de alfândega e imigração, que já parece deteriorado e castigado pelo tempo. Na ponte, que é mais longa do que quatro campos de futebol, a linha branca dupla no centro da pista está descascando.
Mas do lado brasileiro, as coisas atrasaram. O Brasil se comprometeu a asfaltar a estrada de terra de 580 quilômetros que liga Oiapoque, a cidade brasileira do outro lado da ponte, a Macapá, capital do Estado do Amapá. Mas grande parte da rodovia ainda não foi asfaltada. O Brasil também atrasou a construção de postos de alfândega e imigração, que só recentemente foram entregues. Eles ainda têm de ser mobiliados e equipados com computadores e outros itens necessários.
"Poderíamos abrir a ponte amanhã se eles enviassem pessoal e terminassem o trabalho", disse Éric Spitz, prefeito de Estado da Guiana Francesa, durante uma entrevista em seu escritório espaçoso, com painéis de madeira, na capital Caiena, a três horas de carro de São Jorge.
Um impasse sobre o seguro dos veículos tem contribuído para o atraso. A França exige que motoristas e companhias de transporte tenham uma cobertura muito maior do que a exigida pelo Brasil. Os dois lados não conseguiram resolver o problema até agora.
Durante uma reunião com seus colegas brasileiros em outubro, Spitz disse que os desafiou a abrir a ponte antes dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, que começam em agosto. Segundo Spitz, eles concordaram.
Muitos outros tópicos que surgiram durante as negociações bilaterais sobre a ponte não tinham nada a ver com a própria estrutura. Entre eles está o desejo da França de exportar mais laticínios para o Brasil, e a insistência do Brasil de que a Guiana Francesa tome mais iniciativas para evitar a propagação de uma mosca de fruta que ameaça as plantações brasileiras.
Além disso, há a questão dos vistos. Os cidadãos franceses não precisam de visto para viajar ao Brasil, e os brasileiros não necessitam de visto para viajar para nenhuma outra parte da França. Mas, apesar de a Guiana Francesa ser vizinha, os brasileiros precisam de visto para viajar para lá (exceto para ir a São Jorge, que não requer uma autorização especial).
Isso irrita muitos brasileiros. Filip Van Den Bossche, empresário que vive em Caiena, disse que uma amiga brasileira tinha planejado visitá-lo nas férias mas achou a exigência do visto muito complicada. Em vez disso, ela comprou uma passagem de avião para a Europa.
Spitz, o prefeito, disse que a obrigação do visto tem como objetivo impedir a imigração ilegal de brasileiros para a Guiana Francesa.
Segundo algumas estimativas, milhares de brasileiros estão envolvidos na mineração ilegal de ouro na Guiana Francesa. Navios brasileiros também foram acusados de pescar nas águas do território. Isso afeta a forma como muitas pessoas veem os brasileiros aqui, e muitos na Guiana Francesa não querem um fluxo maior de imigrantes brasileiros.
"Isso nunca vai abrir", disse Sandra Rufino, 45, em frente ao mercado local do lado brasileiro, acenando com desdém para a ponte. "Só está lá para eles poderem dizer que construíram uma ponte."
"É só para decoração", disse sua amiga Marcileide Lozeira, 38.
De volta a Caiena, Spitz previu que a ponte seria como a Torre Eiffel, que foi considerada uma monstruosidade quando foi construída mas veio a se tornar um adorado símbolo nacional.
"Uma vez que a ponte for aberta, todos os anos difíceis serão esquecidos", disse ele.
Tradutor: Eloise De Vylder

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Carta em tom de desabafo de um ativista socioambiental de Serra do Navio

O presidente da ONG (Organização Não Governamental) "AMO SERRA", Rivaldo Ataíde, publica uma carta endereçada ao biólogo André Ruschi, diretor da escola Estação Biologia Marinha Augusto Ruschi, em Aracruz, Santa Cruz, no Espirito Santo. O documento, em tom de desabafo, chama a atenção para a existência de uma mega barragem em Pedra Branca do Amapari, herdada pela mineradora Zamin Ferrous, que guarda rejeitos de minério de ferro, carregada de metais pesados como o cianeto. 
Ele diz que a barreira já apresentou problemas de desabamento, ainda nos tempos da mineradora MMX, resultando em um enorme passivo ambiental e uma multa milionária.
Para ele, o risco é iminente e pede ajuda ao especialista de fora, que coincidentemente tem uma história familiar muito ligada com o Amapá e à Serra do Navio. André Ruschi é filho do inesquecível agrônomo, ecologista e naturalista brasileiro Augusto Ruschi, que realizou grandes pesquisas na região, especialmente em busca do maikor beija-flor que existe, o Brilho de Fogo. Confira a íntegra da carta.


Olá Prof. Ruschi,

Sinto pelo adiamento de vossa agenda de capacitação.

Entendo as razões... Minha vida mudou muito depois da última vez que conversamos. Venho do meu jeito me engajando em causas socioambientais e de vitórias posso falar da suspensão da construção da barragem do Assentamento do Silvestre (botei a boca no trombone com artigos na imprensa); o fim da inércia criminosa da União em relação ao deslinde do tombamento de Serra do Navio (foi retomada a regularização fundiária das vilas da ICOMI); embates políticos que me transformaram no 'cara a ser derrubado' pelos 'políticos do lugar' (coloquei 9 vereadores e dois prefeitos no mesmo saco de gatos...)

Estamos todos preocupados com a megarepresa de rejeitos da hoje ZAMIN... já estive no local há cinco anos atrás e é algo assustador... é imensa... e... carregada de cianeto... Já houve vazamentos... tem uma ação indenizatória milionária em trâmite envolvendo a BEADELL (Austrália) e a ZAMIN (Índia), hoje dormindo no colo dos juízes e promotores corruptos do Amapá.

Recentemente, juntamente com estudantes da comunidade editamos e publicamos o MANIFESTO DE SERRA DO NAVIO, denunciando dentre outras coisas o trânsito irresponsável e quinzenal (no pico da exploração chega a ser semanal) de comboios com conteineres cada um carregando cerca de 10 a 20 toneladas de cianeto, no trecho Porto de Santana/Mina da Zamin (de 6 a 12 caminhões), passando por dentro de várias cidades, inclusive a nossa, sem atender aos requisitos de segurança nacionais e internacionais...

Dizem que a tragédia de Tianjin envolveu a explosão de um pack de conteneires contendo cerca de 70 toneladas de cianeto... E essa porra dessa bomba atômica passava toda semana na porta de casa! Mexemos com meio mundo de gente que foi de juízes, desembargadores até promotores do estado e da união, além de todos os órgãos diretamente responsáveis como polícias rodoviárias estaduais e federal, bombeiros, defesa civil, exército, etc...

Mas, não fomos fogueteiros! Sabemos que isso é um prato cheio pra imprensa...

Mas como disse ao Comandante dos Bombeiros do Amapá... Em respeito à categoria dos Bombeiros Militares, antes de irmos ao MP e à imprensa, aguardaremos resposta às seguinte perguntas: Cadê o P2R2 desse modal ora denunciado e para o Amapá... não é só o cianeto... a quantidade de explosivos que essas minas e a construção de três hidrelétricas consomem é gigantesca!

Enfim, tua voz ainda ecoa.... sem choramingos!

Do ponto de vista da credibilidade fui do céu ao inferno e voltei... É impressionante essa praga dos políticos corruptos... eles estão em todos os lugares! Em casa eu tenho algo que chamo de “saco de cabeças”... dossiês para entrar com dezenas de processos cíveis e criminais contra um monte de gente...

Qué sabê Professor?!

Eu tenho mais o que fazer!

Não quero o dinheiro de ninguém... Sou apenas um cara que sonha em viver num lugar legal... ter o prazer de convidar visitantes e eles também terem a mesma impressão positiva do nosso lugar... Idealismo?

Enfim, já comprei a passagem pra Vitória e tô chegando por aí! Será que o Mestre aceita um convite para tomarmos um chopp ?

PS. To levando de volta pra casa os búzios que trouxe das praias de Santa Cruz... PS. Vou levar uma bike pra ir da Praia de Santa Cruz (ES) até a Praia do Pratigi (Ituberá-BA), mais ou menos 850 kms)
PS. Gostaria de entrevistá-lo para nossa Oficina de Jornalismo.


Rivaldo Ataíde
Técnico Judiciário e Ativista Socioambiental
 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os melhores destinos brasileiros para viajar em cada mês do ano

Quem não se deparou com a grande dúvida: para onde viajar nas férias? Muitos escolhem pelo sonho de conhecer um lugar, outros pela comodidade e praticidade que determinado destino oferece. Pensando em ajudar os viajantes, o KAYAK (www.kayak.com.br), líder mundial em pesquisas de viagens online, destacou alguns destinos que valem a pena serem visitados em determinadas épocas do ano. Assim, quem pode viajar em Outubro, por exemplo, tem como opção conhecer Manaus, já que nessa data acontece a conhecida festa do Boi. Outra sugestão é conhecer Aparecida do Norte, no interior de São Paulo na Semana Santa em Março, evitando o grande número de pessoas que seguem para o destino em outubro.
O levantamento do KAYAK foi feito com relação às estações climáticas, preços e atrações. Além disso, o site e o aplicativo possuem a função Explore onde é possível escolher o destino levando em consideração certos filtros como clima, preço e continente.
Confira abaixo a lista dos 12 destinos para viajar em cada mês do ano:

Janeiro: Balneário Camboriú, Santa Catarina
Balneário Camboriú, localizado no litoral norte catarinense, é um dos destinos turísticos com bons preços de passagens aéreas neste período e possui belas praias, montanhas, um teleférico e um monumento do Cristo de Luz, parecido com o Cristo Redentor. Entre as dicas de turismo também estão o Parque Unipraias, Ilha das Cabras e Ilha do Arvoredo. Além disso, a cidade está a apenas 35 km do Beto Carrero World que é um programa muito legal para quem está viajando com a família.
Preço médio de um voo: R$ 833
Preço médio de um hotel: R$ 185

Fevereiro – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
A cidade maravilhosa é um ótimo destino para quem deseja curtir a folia do Carnaval que acontecerá no mês. Com diversas atrações na cidade, opções de lazer e belíssimas praias, o Rio de Janeiro promete ser um excelente destino. Os desfiles das escolas de samba e blocos que animam as principais ruas e as avenidas da cidade são atrações internacionais e, quem quer aproveitar os dias que antecedem os desfiles, pode visitar também a Cidade do Samba, espaço destinado à concentração dos Barracões das Escolas de Samba do Grupo Especial. Sem contar as lindas praias e pontos turísticos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
Preço médio de um voo: R$ 625
Preço médio de um hotel: R$ 621

Março – Aparecida do Norte, São Paulo
A Basílica de Nossa Senhora Aparecida fica na cidade de Aparecida, no interior do Estado de São Paulo, a 168 km da capital. A Catedral-Basílica é o terceiro maior templo católico do mundo. É um destino bastante interesse para ir em março, por conta da Semana Santa, que em 2016 acontecerá no mês de março. Vale visitar também a Matriz Basílica Nossa Senhora Aparecida, o Morro do Presépio e andar de bondinho, que proporciona uma vista sensacional da cidade.
Preço médio de um voo: R$ 458 (até São Paulo)
Preço médio de um hotel: R$ 147

Abril – Pantanal, Mato Grosso do Sul
O Pantanal abrange 11 regiões com diferentes características como: cerrado e região amazônica nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, nas fronteiras com Paraguai e Bolívia. Começa em abril e vai até setembro o período de seca onde as estradas de terra pantaneiras ficam transitáveis. Uma das várias opções para chegar ao bioma é ir pela cidade de Corumbá. Para quem gosta de aventura pode também visitar a cidade de Bonito e de lá comprar passeios que levem até o Pantanal. Há várias formas de hospedagem: hotéis cheios de requinte e até acampamento em fazendas da região.
Preço médio de um voo: R$ 613 (até Campo Grande)
Preço médio de um hotel: R$ 341 (em Poconé)

Maio – Lençóis Maranhenses, Maranhão
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um paraíso ecológico com 155 mil hectares de dunas, rios, lagoas e manguezais. A principal porta de entrada para os Lençóis Maranhenses é a cidade de Barreirinhas, a 260 quilômetros de São Luís. Maio é o período ideal para conhecer, pois sucede a estação chuvosa e as lagoas entre as dunas ficam cheias e belíssimas.
Preço médio de um voo: R$ 526 (até São Luís)
Preço médio de um hotel: R$ 284 (em Lençóis)

Junho – Campina Grande, Paraíba
Campina Grande, na Paraíba, é a pedida certa para quem quer curtir uma festa junina bem animada e regada a muito forró. Em junho a cidade fica toda enfeitada para o “maior São João do mundo" como classificam os moradores. A Praça Parque do Povo recebe o evento, com palcos com shows, comida típica e muita quadrilha. Em 2015, cerca de 2 milhões de pessoas visitaram a cidade para curtir a festa.
Preço médio de um voo: R$ 826 (até João Pessoa)
Preço médio de um hotel: R$ 200

Julho – Caldas Novas, Goiás
Caldas Novas é um município brasileiro do estado de Goiás. A cidade é perfeita tanto para adultos quanto para as crianças, pois tem tranquilidade e aventura. Para visitar a cidade, o viajante tem que gostar de água, pois a grande diversão fica por conta dos ótimos parques aquáticos como o Parque das Fontes e o Hot Park. A cidade vizinha, Rio Quente, dispõe da conhecida Pousada do Rio Quente, que também oferece pacotes para quem apenas quer conhecer o parque aquático. Além das atrações aquáticas Caldas Novas possui o Parque Estadual da Serra de Caldas Novas com ótimos mirantes para quem quiser apreciar a vista da cidade.
Preço médio de um voo: R$ 591
Preço médio de um hotel: R$ 329

Agosto – Gramado, Rio Grande do Sul
Gramado, no Rio Grande do Sul, dispõe de charmosas construções no estilo europeu, vinícolas, restaurantes e belas paisagens. A cidade fica a 115 quilômetros da capital do estado, Porto Alegre. Apesar da alta temporada ser considerada a partir de agosto, por conta do inverno, é nesse período que a cidade sedia o Festival de Cinema, onde os vencedores recebem o famoso Kikito, estátua que recebe todos os visitantes da cidade. Há venda de ingressos para acompanhar os filmes que concorrem ao prêmio no site do festival.
Preço médio de um voo: R$ 428 (até Porto Alegre)
Preço médio de um hotel: R$ 459

Setembro – Belém, Pará
Belém é a capital paraense e possui várias atrações que vão desde áreas verdes à arquitetura histórica e uma gastronomia muito peculiar. A cidade tem rios e parques, com muita fauna e flora, além de atrações como o Theatro da Paz, a Casa das Onze Janelas e o mercado Ver-o-Peso, o mais famoso cartão postal de Belém. Vale ressaltar que o verão é o melhor período para conhecer a cidade (de maio a outubro).
Preço médio de um voo: R$ 541
Preço médio de um hotel: R$ 223

Outubro – Manaus, Amazonas.
No mês de outubro acontece a famosa festa do Boi de Manaus que é muito esperada por turistas e moradores da cidade. Além disso, Manaus possui muitas outras atrações ecológicas. A mais famosa é o Encontro das Águas, quando o escuro Rio Negro e o barrento Rio Solimões se juntam para formar o Rio Amazonas. Também há passeios culturais como o Teatro Amazonas e o Palacete Provincial.
Preço médio de um voo: R$ 792
Preço médio de um hotel: R$ 227

Novembro – Natal, Rio Grande do Norte
Natal é a capital do estado do Rio Grande do Norte, com belas praias, dunas, passeios a bordo de dromedários, tirolesa, esquibunda, passeio de bugue, entre outras atrações. Natal possui uma gastronomia com muitos frutos do mar e preços convidativos. A vida noturna é regada de muito forró. Entre as atrações estão o Parque das Dunas, o Antigo Prédio da Capitania dos Portos, a Praça do Pôr do Sol e o Farol da Mãe Luíza.
Preço médio de um voo: R$ 841
Preço médio de um hotel: R$ 269

Dezembro – São Paulo, São Paulo
São Paulo é a maior cidade do Brasil em termos de população. Para quem gosta de compras, dezembro é um período bastante interessante na cidade, principalmente nas regiões centrais como Rua 25 de Março, Brás e Bom Retiro. Mas não é só o comércio que é uma grande atração neste período. A cidade possui muitos museus, centros culturais, parques, baladas, os melhores restaurantes e uma vida noturna muito agitada. A decoração de Natal dos centros comerciais e pontos turísticos da cidade, como o Parque do Ibirapuera e Avenida Paulista, é uma atração à parte que vale a pena ser visitada nesta época do ano.
Preço médio de um voo: R$ 560
Preço médio de um hotel: R$ 314

*A cotação do dólar é do dia 12/11/2015 a R$3,79.
** O preço médio dos hotéis é para 2 pessoas
*** Os valores são baseados nos preços praticados em 2015.
**** O preço médio dos voos foi calculado saindo de qualquer aeroporto do Brasil.
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