Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura, política e empreendedorismo.


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Coluna Argumentos, terça-feira, dia 07 de janeiro de 2014.

 
Telefonia
Promessas. Foi o que Bala Rocha disse ter recebido das operadoras de celular nacionais sobre os problemas da telefonia por aqui. “Eles dizem que com a banda larga também virá a melhoria do sinal de voz”, disse o parlamentar, que foi cobrar a banda larga em Brasília.

Biometria

O TRE-AP voltará a partir do dia 3 de fevereiro a realizar o Recadastramento Biométrico para eleitores. A ação ocorrerá por conta da reabertura do Cadastro Nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Agora vai.

Festas

A deputada Dalva passou as festas de fim de ano em Brasília, na companhia dos filhos. Eles começaram a trabalhar na capital e não tiveram férias no fim do ano, daí o clã ter ficado impedido de retornar para Macapá.

Fotos

Ainda sobre Dalva, a ex-governadora postou várias fotos dos dias de folga em Brasília. A cidade estava deserta no fim de ano, com suas largas vias parecendo ainda maiores.


Minas


Quem também teve que se separar da família foi o deputado Luiz Carlos. Na verdade, ele passou o Natal por aqui, mas o Réveillon foi viajando, pois sua esposa é mineira. Foi às Alterosas.

De novo
coluna foto GRANDE
A temporada de invasões foi reaberta. Além desta, em frente à Expofeira, tem uma na área da Infraero e outra bem no começo, em plena Vila Amazonas, que já foi modelo urbanístico.

Grave


A nota publicada pela coluna ontem sobre a ‘tabela de preços’ do Iapen está rendendo repercussão. Um preso fez revelações bombásticas sobre como funciona o esquema de pagamento de propina para fazerem vista grossa e deixar entrar de drogas a armas para as celas dos prisioneiros. Absurdo.
Preços

Garrafas de bebidas alcoólicas para o Réveillon no Iapen custaram R$ 2 mil. Aparelhos celulares saem por R$ 100. Ficam acondicionados dentro de camisinhas para não estragarem, pois são escondidos na rede de esgoto. “O tráfico de drogas está deixando alguns detentos ficarem ricos lá dentro. Alguns não fazem nem questão de ganhar a liberdade”, diz o detento.

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