Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura e política.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Deu na Coluna Argumentos (Diário do Amapá)






No interior
Certamente satisfeito com a atuação do Procon no Amapá, o deputado estadual Michel JK (PSDB) é autor de projeto de lei que autoriza o governo a implementar o Programa de Municipalização de Proteção e Defesa do Consumidor no interior do Estado. A implantação inicial deverá ser em Laranjal do Jari, Mazagão e Oiapoque.
Refazendo
O governo do Estado terá que refazer o projeto inicial da obra de pavimentação do trecho sul da BR-156 (Macapá/Jari). Foi o que sugeriu o diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura e de Transporte), Luiz Antônio Pagot, na audiência ontem com integrantes da bancada parlamentar federal do Amapá em Brasília.
Virá aqui
No encontro ocorrido no gabinete do diretor do Dnit, ficou acertada também a vinda de Luiz Pagot ao Amapá, no próximo dia 14 de setembro, uma consequência da reunião que os parlamentares amapaenses tiveram com o mi-nistro dos transportes, Alfredo Nascimento, na semana passada. Então rendeu, né?
Tio Chico?
Essa pouca gente sabia. O empresário Francisco Odilon Filho, também é chamado de “Tio Chico” e faz aniversário hoje. Cearense radicado no Amapá há quase 30 anos, tem três filhos e três netos e é casado com a prefeita de Calçoene, Lucimar Lima. Celebrará seus 52 anos com missa em Ação de Graças às 19h na Igreja Nossa Senhora de Fátima.

OURO NEGRO
A mina de ferro que a empresa Anglo Ferrous Brazil explora no Amapá está em fase de comissionamento, ou seja, em evolução. Isso pode ser comprovado pelos números divulgados ontem, pois em 2008 a produção foi de 1,1 milhão de toneladas, total já superado só nos seis primeiros meses deste ano, que já renderam 1,2 milhão de toneladas de minério. Que progresso!
Comunicando
Direção da mineradora Anglo Ferrous Brazil quer dar mais transparência às suas ações no Amapá. Primeiro passo foi dar uma coletiva ontem para apresentar os resultados do primeiro ano no Estado. Depois virá uma visita dos jornalistas ao parque industrial e às minas de minério de ferro em Pedra Branca do Amapari. A empresa teve lucro de U$ 1,1 bilhão (de dólares).
“Ficaremos”
Ainda sobre a Anglo, o presidente da multinacional no Brasil, Stephan Weber (que é capixaba acredite) disse que os números das prospecções dão conta de que as jazidas locais asseguram 15 anos de lavra, podendo até aumentar, já que as pesquisas são permanentes. Entre os maiores mercados, estão os pra lá de emergentes do Oriente Médio, como o Dubai. No mais, ratificou compromisso de empregar mão de obra local.
Ops! De cada lado
Uma coisa precisa ser dita sobre a coletiva de ontem da multinacional Anglo American em Macapá. Há quem critique esse tipo de empreendimento mas na hora em que a empresa abre suas portas foi pequena a presença de jornalistas na entrevista. Do lado deles, o diretor para o Amapá, José Luiz Martins, por duas vezes se referiu à empresa como sendo a Vale, onde ele já trabalhou. Perdoado.
Trens estăo de volta
Uma outra informação que foi divulgada ontem na coletiva da mineradora Anglo foi de que ainda estão sendo investigadas as causas do descarrilamento ocorrido na madrugada de domingo com o velho trem da Serra do Navio. A empresa só pecou em soltar nota apenas sobre o plano alternativo do transporte. Sobre o acidente, foi algo como pai para filho curioso: resposta só para quem perguntou. Estratégia...

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